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	<title>Bruno Torres ponto net</title>
	<link>http://brunotorres.net</link>
	<description>Textos infreqÃ¼entes sobre a web</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Mar 2011 05:54:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>The Daily: Primeiras impressÃµes sobre o primeiro jornal exclusivo para iPad</title>
		<description><![CDATA[Hoje foi lanÃ§ada na App Store a applicaÃ§Ã£o The Daily, uma publicaÃ§Ã£o estilo jornal, mas exclusiva, pelo menos por enquanto, para o iPad. Instalei para testar e gostaria de compartilhar com vocÃªs minhas primeiras impressÃµes. Pra comeÃ§ar, a idÃ©ia de ter uma publicaÃ§Ã£o de conteÃºdo acorrentada exclusivamente a uma plataforma especÃ­fica nÃ£o me parece de [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/the-daily-primeiras-impressoes-sobre-o-primeiro-jornal-exclusivo-para-ipad</link>
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		<title>O conforto do atual ou o a promessa do futuro?</title>
		<description><![CDATA[Existem basicamente duas coisas em que vocÃª pode focar sua energia: aquilo que funciona hoje e aquilo que promete funcionar no futuro. Focar no que funciona hoje garante que vocÃª ganhe dinheiro agora, mas vocÃª precisa conviver com o medo de, talvez, deixar de ganhar no futuro. Focar no que promete funcionar no futuro faz [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/o-conforto-do-atual-ou-o-a-promessa-do-futuro</link>
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		<title>ConteÃºdo no site dos outros. Bino, Ã© uma cilada?</title>
		<description><![CDATA[Uma dÃºvida que Ã© recorrente na minha cabeÃ§a hÃ¡ muito tempo Ã© se vale a pena escrever conteÃºdo exclusivo em territÃ³rio alheio, seja em um site de outra pessoa/empresa, seja em uma revista ou jornal, seja onde for. Ao longo do tempo fui moldando minha opiniÃ£o sobre isso e decidi que praticamente nunca vele a [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/conteudo-no-site-dos-outros-bino-e-uma-cilada</link>
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		<title>Seu site faz phishing? Distribui malware? O adwords nÃ£o tem preconceito</title>
		<description><![CDATA[Vi um anÃºncio do twitter no adsense aqui no blog hoje e achei estranho. Twitter anunciando no adwords? ImprovÃ¡vel&#8230; Olhei mais de perto e era uma URL meio estranha. Copiei o link, tirei os trackings do adwords, entrei no site e, tcharam, tela vermelha da morte no chrome. Site suspeito de phishing! Mas, nÃ£o Ã© [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/seu-site-faz-phishing-distribui-malware-o-adwords-nao-tem-preconceito</link>
			</item>
	<item>
		<title>Minha aplicaÃ§Ã£o perfeita para o twitter (e provavelmente outras redes sociais)</title>
		<description><![CDATA[Seguir a timeline do twitter estÃ¡, cada vez mais, se tornando algo extremamente chato e inÃºtil. Eu sigo poucas pessoas e, sinceramente, acredito que estÃ£o na minha lista apenas pessoas realmente interessantes. PorÃ©m, mesmo essas pessoas normalmente interessantes Ã s vezes parece que enlouquecem e comeÃ§am a seguir memes idiotas, postar besteiras e se engajar em [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/minha-aplicacao-perfeita-para-o-twitter-e-provavelmente-outras-redes-sociais</link>
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		<title>Livros de papel vs. Kindle vs. futuros formatos de eBooks</title>
		<description><![CDATA[eBooks vs. livros de papel. Esse Ã© um tema que eu gosto bastante de discutir. Vira e mexe jogo algo sobre isso no twitter, principalmente depois de ter instalado o Kindle no meu celular, e achado a melhor invenÃ§Ã£o desde a picanha na brasa com capa de gordura. O tema divide opiniÃµes. Alguns &#8212; nÃ£o [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/livros-de-papel-vs-kindle-vs-futuros-formatos-de-ebooks</link>
			</item>
	<item>
		<title>A presenÃ§a do Google em eventos de SEO Ã© positiva?</title>
		<description><![CDATA[Ã‰ importante deixar claro que esse texto reflete a minha opiniÃ£o, nÃ£o a daquele cara que tÃ¡ passando ali de blusa vermelha (tÃ¡ vendo?) e muito menos a da empresa onde trabalho. [update] Esse post acabou virando o tema principal do SearchCast dessa semana. O bicho pegou por lÃ¡. Confiram. Ontem quase despretenciosamente iniciei uma [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/a-presenca-do-google-em-eventos-de-seo-e-positiva</link>
			</item>
	<item>
		<title>Twitter e os links com nofollow (ou twitter: a nova wikipedia)</title>
		<description><![CDATA[Ontem o twitter resolveu colocar nofollow nos links para aplicaÃ§Ãµes e scripts que utilizam sua API para postar conteÃºdo na plataforma. Essa decisÃ£o foi completamente errada na minha opiniÃ£o, mas nÃ£o vÃ¡ embora ainda, vamos conversar um pouco sobre o assunto. Se vocÃª viveu debaixo de uma pedra pelos Ãºltimos anos, aqui vai um pouquinho [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/twitter-e-os-links-com-nofollow-ou-twitter-a-nova-wikipedia</link>
			</item>
	<item>
		<title>SMX SÃ£o Paulo 2008: um erro puxa o outro, que puxa o outro&#8230;</title>
		<description><![CDATA[Nos dias 7 e 8 de agosto aconteceu a primeira ediÃ§Ã£o do SMX (Search Marketing Expo) no Brasil, o SMX SÃ£o Paulo. O SMX jÃ¡ aconteceu em diversos paÃ­ses e Ã© um dos maiores (talvez o maior) eventos sobre o tema. Eu tive o prazer de participar da ediÃ§Ã£o Advanced do evento em Seattle em [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/smx-sao-paulo-2008-um-erro-puxa-o-outro-que-puxa-o-outro</link>
			</item>
	<item>
		<title>BlogBits Podcast #9: Ressurgindo das cinzas</title>
		<description><![CDATA[Publicamos ontem o BlogBits podcast #9, depois de quase dois anos de inatividade. Pra quem nÃ£o se lembra, o BlogBits era um podcast sobre tecnologia feito por Diego Eis, Rigonatti, Danilo Medeiros, Gui Leite, Leo Faoro e, ocasionalmente, o Ã‰lcio. AlÃ©m de mim, claro. Por motivos diversos acabamos abandonando o projeto, mas agora estamos bem [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/blogbits-podcast-9-ressurgindo-das-cinzas</link>
			</item>
	<item>
		<title>SeminÃ¡rio Info de Marketing de busca [ou &quot;casa de ferreiro...&quot;]</title>
		<description><![CDATA[Ontem alguÃ©m no trabalho me enviou um email falando de um evento da Info sobre marketing de busca. Eu jÃ¡ tinha visto algo sobre o evento em alguns lugares por aÃ­, mas nÃ£o tinha dado atenÃ§Ã£o &#8212; embora eu trabalhe nesse mercado &#8212; porque sei que esses eventos nÃ£o costumam valer muita coisa. Mas dessa [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/seminario-info-de-marketing-de-busca-ou-casa-de-ferreiro</link>
			</item>
	<item>
		<title>Voltar a escrever Ã© difÃ­cil. Muito difÃ­cil</title>
		<description><![CDATA[2007 nÃ£o foi um ano muito bom para esse blog e 2008 simplesmente ainda nÃ£o comeÃ§ou. Levando em conta que o mÃªs de fevereiro jÃ¡ estÃ¡ quase no fim, nÃ£o podemos dizer que esse ano promete ser grandes coisas. Muita coisa tem acontecido na minha vida, tanto no plano pessoal quanto no profissional. O mesmo [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/voltar-a-escrever-e-dificil-muito-dificil</link>
			</item>
	<item>
		<title>Como foi o W.A.I.U. e porque nÃ£o fui na CÃ¡sper</title>
		<description><![CDATA[Como disse no post anterior, eu teria participado de dois eventos neste Ãºltimo sÃ¡bado. Infelizmente sÃ³ pude participar de um, o W.A.I.U.. O evento poderia ter sido muito melhor do que foi, nÃ£o fossem alguns problemas na organizaÃ§Ã£o. A platÃ©ia estava lotada, algo em torno de 300 pessoas. Um pouco acima do ideal para o [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/como-foi-o-waiu-e-porque-nao-fui-na-casper</link>
			</item>
	<item>
		<title>Workshop e palestra em novembro</title>
		<description><![CDATA[Dia 10 de novembro, vou participar de dois eventos muito interessantes, o W.A.I.U. (Workshop de Arquitetura de InformaÃ§Ã£o, Acessibilidade &#038; Usabilidade) e o SeminÃ¡rio TendÃªncias contectadas nas mÃ­dias sociais da Faculdade CÃ¡sper Libero, ambos em SÃ£o Paulo. No W.A.I.U., vou falar sobre acessibilidade web junto com o pessoal da Acesso Digital. O evento estÃ¡ sendo [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/workshop-e-palestra-em-novembro</link>
			</item>
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		<title>Novo Google Translate &#8212; e como Ã© legal trabalhar (de graÃ§a) para o Google</title>
		<description><![CDATA[O Google lanÃ§ou ontem a nova versÃ£o de sua ferramenta de traduÃ§Ã£o, o Google Translate. Esta nova versÃ£o Ã© totalmente desenvolvida pelo Google, ao contrÃ¡rio da anterior, que usava a tecnologia da Systran, a mesma usada pelo Babelfish, do quase finado Altavista (o estranho Ã© que, mesmo sendo quase finado, falei dele duas vezes por [...]]]></description>
		<link>http://brunotorres.net/novo-google-translate-e-como-e-legal-trabalhar-de-graca-para-o-google</link>
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  <title>Bruno Torres ponto net</title>
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  <description>Textos infreqÃ¼entes sobre a web</description>
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    <title>The Daily: Primeiras impressÃµes sobre o primeiro jornal exclusivo para iPad</title>
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    <pubDate>Thu, 03 Feb 2011 05:01:21 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[aplicaÃ§Ã£o]]></category>
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		<description><![CDATA[
      <p>Hoje foi lanÃ§ada na App Store a applicaÃ§Ã£o <em><a href="http://thedaily.com/">The Daily</a></em>, uma publicaÃ§Ã£o estilo jornal, mas exclusiva, pelo menos por enquanto, para o iPad.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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</div></div><!--<a name="post-content"></a>-->

<p>Instalei para testar e gostaria de compartilhar com vocÃªs minhas primeiras impressÃµes.</p>
<p>Pra comeÃ§ar, a idÃ©ia de ter uma publicaÃ§Ã£o de conteÃºdo acorrentada exclusivamente a uma plataforma especÃ­fica nÃ£o me parece de grande genialidade. Mas, obviamente, com a atenÃ§Ã£o que o iPad tem tido desde o seu lanÃ§amento e com a grande quantidade de vendas do aparelho, seria atÃ© estranho que ninguÃ©m aproveitasse essa oportunidade. <strong>Hype vende</strong>, todos sabemos.</p>
<h3>Abrindo o The Daily pela primeira vez</h3>
<p>A primeira coisa que vocÃª vÃª quando abre o The Daily, apÃ³s o download inicial do conteÃºdo, Ã© uma tela com imagens dispostas num estilo &#8220;carrossel&#8221;, com destaque principal, obviamente, para a capa da ediÃ§Ã£o do dia. O efeito Ã© bonito e parece interessante atÃ© o momento em que vocÃª interage com a interface. VocÃª precisa de grande destreza para conseguir parar em uma pÃ¡gina especÃ­fica nesse carrossel. Primeiro porque ele engasga e segundo porque qualquer toque faz com que mais de uma pÃ¡gina passe e vocÃª tenha que ficar ajustando, com todo cuidado do mundo.</p>
<p>Enquanto vocÃª vai navegando, o restante do conteÃºdo Ã© baixado. Durante esse perÃ­odo dÃ¡ pra perdoar os engasgos na interface, jÃ¡ que tem um processo de download rodando ao fundo. VocÃª fica esperando que, apÃ³s o download completo, a aplicaÃ§Ã£o comece a se comportar como uma aplicaÃ§Ã£o normal para iPad, ou seja, com transiÃ§Ãµes suaves, precisas e Ã¡geis. Mas nÃ£o Ã© bem assim que a coisa funciona.</p>
<h3>Navegando pelo conteÃºdo</h3>
<p>ApÃ³s escolher uma das pÃ¡ginas para comeÃ§ar sua navegaÃ§Ã£o, a matÃ©ria abre-se em tela cheia. Em algumas delas (nessa primeira ediÃ§Ã£o, na reportagem de capa) hÃ¡ um Ã­cone dizendo para vocÃª rotacionar o iPad para ver fotos sobre a matÃ©ria. Apenas bells and whistles, algo que me parece que vai ser bem recebido pelos usuÃ¡rios mais deslumbrados de iPad, mas completamente inÃºtil no fim das contas. Principalmente em uma aplicaÃ§Ã£o que parece precisar de um pouco mais de poder de processamento para funcionar direito. Poderiam ter deixado isso de fora.</p>
<p>A navegaÃ§Ã£o pelas pÃ¡ginas de uma matÃ©ria se faz como em livros no kindle, deslizando o dedo pela tela para a direita ou para a esquerda. <strong>A experiÃªncia, no entanto, Ã© pÃ©ssima</strong>, jÃ¡ que <strong>as transiÃ§Ãµes sÃ£o tudo, menos suaves</strong> e, mais frequentemente do que se poderia esperar, a prÃ³xima pÃ¡gina demora demorados segundos para aparecer.</p>
<p>Quando se faz uma aplicaÃ§Ã£o que precisa rodar ao mesmo tempo em diversos dispositivos e plataformas, alguma perda de desempenho Ã© aceitÃ¡vel. Quando a aplicaÃ§Ã£o Ã© feita <strong>exclusivamente para um Ãºnico conjunto de hardware e software</strong>, nÃ£o dÃ¡ pra perdoar. O iPad oferece uma experiÃªncia de uso inegavelmente de alto nÃ­vel e <strong>essa aplicaÃ§Ã£o nÃ£o faz jus ao aparelho</strong>. Teste e me diga se estou errado.</p>
<p>A experiÃªncia de navegaÃ§Ã£o no The Daily Ã© muito similar Ã  de um <strong>celular symbian com touch screen resistiva</strong> ou de um celular android das primeiras versÃµes. Mas, vai ver que a demora nas transiÃ§Ãµes Ã© pra dar aquela sensaÃ§Ã£o de tentar virar a pÃ¡gina de um jornal sem molhar o dedo, e ter que tentar de novo atÃ© conseguir. Alguns devem achar charmoso, vai saber&#8230;</p>
<p>Na primeira vez que naveguei pela matÃ©ria de capa, um Ã¡udio sobre a reportagem comeÃ§ou a tocar sem que eu tivesse feito nada (pelo menos nÃ£o conscientemente) e nÃ£o consegui achar uma maneira de parÃ¡-lo, a nÃ£o ser sair da aplicaÃ§Ã£o e voltar novamente. Deixou um gosto parecido com o daqueles sites feitos em frontpage hÃ¡ 10 anos atrÃ¡s, com um MIDI tocando ao fundo. Lembram?</p>
<p>HÃ¡ uma barra de progresso muito parecida com a do kindle na parte superior da tela, que mostra em que ponto da ediÃ§Ã£o vocÃª estÃ¡ atualmente. Se vocÃª clicar (ok, tÃ¡ mais pra &#8220;dedar&#8221; do que clicar, mas vamos usar clicar para simplificar a coisa) nessa barra, aparecem as pÃ¡ginas com uma boa diferenciaÃ§Ã£o entre as lidas e as nÃ£o lidas. <strong>Bem Ãºtil</strong>, de verdade.</p>
<p>Portanto, resumindo, sobre a navegaÃ§Ã£o, <strong>nÃ£o hÃ¡ nada que nÃ£o pudesse ser feito</strong> com a mesmo visual e, com certeza, com menos engasgos, <strong>em um site usando HTML5</strong> ou atÃ© mesmo xHTML com boas doses de JavaScript e algum Flash aqui e ali quando necessÃ¡rio. A experiÃªncia, no geral, Ã© ruim, deixa muitÃ­ssimo a desejar, principalmente depois de todo o hype que foi feito em volta dessa aplicaÃ§Ã£o.</p>
<p>A Ãºnica vantagem da aplicaÃ§Ã£o Ã© a possibilidade de ler o <strong>conteÃºdo offline</strong>, o que pode ser interessante em alguns momentos, claro, mas nÃ£o justifica o fato da publicaÃ§Ã£o existir <strong>apenas</strong> como aplicaÃ§Ã£o de iPad. Nada impediria o The Daily de ser um site normal e ter a app como um complemento apenas para leitura offline. Assim funcionaria em qualquer dispositivo, inclusive, claro, no iPad.</p>
<p>Mas o hype faz com que valha a pena fazer essa palhaÃ§ada toda em volta de uma mera aplicaÃ§Ã£o de conteÃºdo. Como eu jÃ¡ disse, o hype vende, e dessa vez nÃ£o deve ser diferente. Muita gente deve comprar esse negÃ³cio apenas pela &#8220;inovaÃ§Ã£o&#8221;</p>
<h3>O conteÃºdo em si</h3>
<p>NÃ£o tive tempo de ler muito do conteÃºdo da primeira ediÃ§Ã£o, mas parece ser de boa qualidade e o que consegui ler nÃ£o deixou a desejar. Mas Ã© aquilo que jÃ¡ temos em todo lugar: texto, imagens, vÃ­deos, Ã¡udio, animaÃ§Ãµes. <strong>Nada demais quando se estÃ¡ em 2011</strong>.</p>
<h3>IntegraÃ§Ã£o com redes sociais</h3>
<p>Tem. Mas, <strong>hoje em dia, quem nÃ£o tem</strong>? VocÃª clica, compartilha, vai um link pra uma versÃ£o web da matÃ©ria. Normal.</p>
<h3>Vai pegar?</h3>
<p>Bom, eu costumo funcionar como um bom termÃ´metro ao contrÃ¡rio. Como eu nÃ£o gostei da aplicaÃ§Ã£o, nÃ£o achei nada demais, Ã© bem provÃ¡vel que todos gostem muito e seja um sucesso estrondoso.</p>
<p><strong>NÃ£o tem nada de inovador</strong>, apenas Ã© a primeira publicaÃ§Ã£o a restringir seu uso apenas ao iPad. No mais Ã© sÃ³ uma aplicaÃ§Ã£o de conteÃºdo, tÃ£o ruim (ou tÃ£o boa, dependendo do seu ponto de vista) como, por exemplo, a wired pra iPad ou similares.</p>
<p>Eu, sinceramente, gostaria que nÃ£o pegasse, mas nÃ£o posso fazer nada&#8230; seja como for, nÃ£o ganho nem perco nada com isso, jÃ¡ que nÃ£o tem nenhuma oportunidade de negÃ³cio aparente pra mim dentro do The Daily e tambÃ©m nÃ£o vou gastar nem um centavo com ele.</p>
<h3>Vale a pena instalar?</h3>
<p>Por enquanto a aplicaÃ§Ã£o estÃ¡ <strong>de graÃ§a por sete dias</strong>. Nesse perÃ­odo eu diria que vale a pena sim, pelo menos pra testar. E, seja como for, Ã© conteÃºdo de qualidade de graÃ§a, por que nÃ£o?</p>
<p>Quando comeÃ§ar a ser pago, nÃ£o vejo muito porque manter instalado. ConteÃºdo como o que tem no The Daily hÃ¡ aos montes de graÃ§a pela web. A nÃ£o ser que vocÃª queira pagar pela possibilidade de ler offline, caia fora dessa.</p>
<p>Agora, o valor nÃ£o vai ser alto. SerÃ£o 99 cents por semana. Mas, mesmo sendo um valor bem baixo, nÃ£o vale a pena, porque, como jÃ¡ disse, <strong>conteÃºdo de qualidade temos aos montes por aÃ­ de graÃ§a</strong>.</p>
<h3>Resumindo e concluindo</h3>
<p>A aplicaÃ§Ã£o engasga. As transiÃ§Ãµes sÃ£o tudo menos suaves, nem parece que vocÃª estÃ¡ usando um iPad. O conteÃºdo Ã© bom, mas nada extraordinÃ¡rio para valer a pena meter a mÃ£o no bolso. Se vocÃª deixar o iPad em casa nÃ£o vai poder continuar a leitura no seu celular ou no seu notebook. Vai provavelmente encher mais ainda os bolsos do Murdoch e do Jobs e, para nÃ³s, pobres mortais, nÃ£o vai fazer a menor diferenÃ§a.</p>
<p>Resumindo em uma palavra: <strong>Meh</strong>.</p>
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    <title>O conforto do atual ou o a promessa do futuro?</title>
    <link>http://brunotorres.net/o-conforto-do-atual-ou-o-a-promessa-do-futuro</link>
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    <pubDate>Sat, 29 Jan 2011 15:02:58 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Existem basicamente duas coisas em que vocÃª pode focar sua energia: aquilo que <strong>funciona hoje</strong> e aquilo que <strong>promete funcionar no futuro</strong>.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Focar no que funciona hoje garante que vocÃª <strong>ganhe dinheiro agora</strong>, mas vocÃª precisa conviver com o medo de, talvez, <strong>deixar de ganhar no futuro</strong>.</p>
<p>Focar no que promete funcionar no futuro faz com que vocÃª viva hoje <strong>a realidade de nÃ£o ganhar nada</strong>, mas vocÃª se dÃ¡ a chance de conviver com a <strong>esperanÃ§a de ganhar uma bolada</strong> daqui a algum tempo.</p>
<p>Qual a sua escolha?</p>
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  </item>
  <item>
    <title>ConteÃºdo no site dos outros. Bino, Ã© uma cilada?</title>
    <link>http://brunotorres.net/conteudo-no-site-dos-outros-bino-e-uma-cilada</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2011-01-10:/768de1bf707896b1cf2b8f4ca6f6188c</guid>
    <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 03:24:09 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[conteÃºdo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Uma dÃºvida que Ã© recorrente na minha cabeÃ§a hÃ¡ muito tempo Ã© se vale a pena escrever conteÃºdo exclusivo em territÃ³rio alheio, seja em um site de outra pessoa/empresa, seja em uma revista ou jornal, seja onde for.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Ao longo do tempo fui moldando minha opiniÃ£o sobre isso e decidi que praticamente nunca vele a pena escrever para os outros se vocÃª pode ter seu prÃ³prio lugar para publicar seu conteÃºdo.</p>
<p>Em tempos de redes sociais esse questionamento voltou com forÃ§a total e perdi mais alguns ciclos de CPU mental matutando sobre o assunto. Finalmente cheguei a uma lista simples e com margem de erro mÃ­nima.</p>
<p>Vale a pena escrever conteÃºdo exclusivo fora do seu territÃ³rio se:</p>
<ul>
<li>Escrever naquele lugar vai te trazer uma projeÃ§Ã£o <strong>incrÃ­vel</strong> (a Ãªnfase aqui Ã© importantÃ­ssima), como escrever um artigo para o blog mais acessado/bem conceituado sobre um determinado assunto, por exemplo</li>
<li>A grana Ã© boa, ou seja, vocÃª vendeu um artigo e o que estÃ£o te pagando Ã© mais do que vocÃª espera ganhar, por exemplo, com publicidade naquele mesmo texto no seu site num perÃ­odo de, digamos, 3 meses</li>
<li>HÃ¡ algum outro valor nÃ£o monetÃ¡rio envolvido, como um link ou o prazer de ajudar uma determinada comunidade sem segundas intenÃ§Ãµes (tanto suas quanto dela).</li>
<li>VocÃª Ã© amigo, irmÃ£o, camarada do dono do site</li>
<li>O site te dÃ¡ alguma funcionalidade Ã  qual vocÃª nÃ£o tem acesso ou pela qual nÃ£o pode/nÃ£o quer pagar (o exemplo clÃ¡ssico Ã© o youtube)</li>
<li>Aquele conteÃºdo nÃ£o tem nenhum valor, portanto nÃ£o importa onde estÃ¡ sendo publicado</li>
</ul>
<p>Fora isso, nÃ£o faz o menor sentido vocÃª, que tem capacidade intelectual suficiente para comprar um domÃ­nio, instalar um sistema como wordpress e colocar seu conteÃºdo ali, gastar seu latim em sites dos outros.</p>
<p>O quora, site de perguntas e respostas que estÃ¡ na crista da onda do hype nas Ãºltimas semanas, Ã© um exemplo de onde vocÃª, cara esperto (ou menina esperta, claro, mas vamos usar &#8220;cara&#8221; que Ã© mais genÃ©rico), nÃ£o deveria gastar seu tempo escrevendo. O exemplo do quora Ã© exatamente o oposto da wikipedia. Explico:</p>
<p>A wikipedia Ã© um site de conteÃºdo aberto, sem fins lucrativos e, atÃ© onde eu sei, sem rabo preso com ninguÃ©m. Isso dÃ¡ uma certa tranquilidade (mesmo que os anÃºncios e a campanha de doaÃ§Ãµes do Jimmy Wales sejam um saco).</p>
<p>A wikipedia nÃ£o vai vender seu conteÃºdo, nÃ£o vai mostrar um anÃºncio daquela empresa que vocÃª odeia porque te sacaneou na semana passada do lado do seu conteÃºdo.</p>
<p>O quora nÃ£o te dÃ¡ essa garantia. Ã‰ uma empresa que nÃ£o fez nada de grande utilidade ainda e jÃ¡ recebeu nhenhentos milhÃµes de dÃ³lares de investimento de alguma empresa cujo Ãºnico e exclusivo objetivo Ã© fazer grana. E ela vai fazer, no matter what. E se nÃ£o fizer, o site vai pro buraco, e suas horas de trabalho construindo conteÃºdo para ela vÃ£o junto.</p>
<p>E o mais triste de tudo Ã© que vocÃª nÃ£o vai ter ganhado nada, absolutamente nada com isso no fim das contas. Se bem que vocÃª merece, convenhamos.</p>
<p>No facebook a coisa Ã© ainda mais complicada. O site Ã© fechado, seu acesso e propriedade sobre o conteÃºdo que estÃ¡ ali dentro estÃ£o sujeitos a termos que podem mudar com um estalar de dedos de um advogado.</p>
<p>O futuro de um site como o quora, o facebook, o twitter ou qualquer outro que nÃ£o seja seu e, principalmente, que seja propriedade de uma empresa que vise o lucro (ou seja, qualquer empresa, e, Ã³bvio, nÃ£o hÃ¡ mal nenhum nisso), estÃ¡ completamente fora do seu controle.</p>
<p>Um site que nÃ£o Ã© seu pode simplesmente sumir de um dia para o outro se vocÃª nem saber o que aconteceu. Um site seu pode durar pela eternidade, sÃ³ depende de vocÃª.</p>
<p>Depende de vocÃª tambÃ©m decidir onde vocÃª vai gastar suas horas e horas de produÃ§Ã£o de conteÃºdo, no seu site ou no site daquele outro cara ali?</p>
<p>Salvo as exceÃ§Ãµes que comentei no inÃ­cio do post, vocÃª sÃ³ deveria gastar seu tempo produzindo conteÃºdo para seus prÃ³prios sites, dentro do seu prÃ³prio territÃ³rio, onde o controle estÃ¡ nas suas mÃ£os.</p>
<p>Use os outros sites, os quoras, twitters e facebooks da vida (e atÃ© mesmo blogs dos outros, quando tiver brecha) apenas para promover o conteÃºdo publicado dentro do seu territÃ³rio. Esse Ã© o Ãºnico valor dessas redes no que tange Ã  produÃ§Ã£o de conteÃºdo. SÃ£o veÃ­culos que tem a capacidade de distribuir seu conteÃºdo para uma quantidade incrÃ­vel de pessoas. Mas, no fim das contas, essas pessoas deveriam ir parar no seu site.</p>
<p><strong>NÃ£o faz o menor sentido vocÃª usar a sua forÃ§a de trabalho aliada ao seu conhecimento adquirido em longos anos de estudos e experiÃªncias para financiar o projeto de um cara qualquer que estÃ¡ ficando milionÃ¡rio Ã s suas custas, sem te dar nada em troca.</strong></p>
<p>Claro que a maior parte do conteÃºdo gerado em redes sociais cai no Ãºltimo exemplo da minha lista. A maior parte do conteÃºdo de qualquer rede social Ã© inÃºtil. Pelo menos inÃºtil fora do cÃ­rculo de famÃ­lia e amigos da pessoa que publicou. Arrisco dizer que a maior parte Ã© inÃºtil atÃ© mesmo para esse cÃ­rculo.</p>
<p>Mas nÃ£o Ã© disso que estou falando aqui. Estou falando com vocÃª, que Ã© inteligente, esperto, tem o que dizer, mas no entanto estÃ¡ perdendo seu tempo gerando conteÃºdo para o site dos outros sem receber nada em troca. Salvo engano, vocÃª Ã© um otÃ¡rio, apesar de toda essa inteligÃªncia.</p>
<p>Eu atÃ© me incluo no meio desses otÃ¡rios, porque ainda escrevo muita coisa no twitter sem link nenhum pro meu site. Isso nÃ£o deveria acontecer. Nunca. Vou dar um jeito nisso em breve.</p>
<p>Mas, por enquanto, por favor, faÃ§am o que eu digo e nÃ£o o que eu faÃ§o, ok? (ou faÃ§am o que quiserem, sÃ³ nÃ£o reclamem depois).</p>
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  </item>
  <item>
    <title>Seu site faz phishing? Distribui malware? O adwords nÃ£o tem preconceito</title>
    <link>http://brunotorres.net/seu-site-faz-phishing-distribui-malware-o-adwords-nao-tem-preconceito</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2011-01-06:/65403464e2a9b3385f749e411ae0aab5</guid>
    <pubDate>Thu, 06 Jan 2011 01:22:35 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Vi um anÃºncio do twitter no adsense aqui no blog hoje e achei estranho. Twitter anunciando no adwords? ImprovÃ¡vel&#8230;<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Olhei mais de perto e era uma URL meio estranha. Copiei o link, tirei os trackings do adwords, entrei no site e, tcharam, tela vermelha da morte no chrome. Site suspeito de phishing!</p>
<div class="center"><img src="http://brunotorres.net/wp-content/uploads/2011/01/twitter-scam.png" alt="Phishing de twitter na maior no adsense. Bonito, hein seu Google?" title="Phishing de twitter na maior no adsense. Bonito, hein seu Google?" width="394" height="306" class="alignnone size-full wp-image-438" /></div>
<p>Mas, nÃ£o Ã© o prÃ³prio google que faz esses avisos? Eles devem ter algum tipo de banco de dados com todos esses sites e, com certeza, checam automaticamente qualquer site que tente comprar anÃºncios no adwords contra esse banco pra evitar problemas, correto? Errado!</p>
<p>O site nÃ£o sÃ³ Ã© phishing como distribui malware descaradamente. A pÃ¡gina Ã© uma cÃ³pia perfeita da home do twitter. Clique em &#8220;Sign Up&#8221; e baixe automaticamente um programinha legal, chamado Plugin_twitter.exe. Se estÃ¡ no adsense, se o google aprovou, eu posso confiar e abrir esse programa, certo? Errado de novo!</p>
<p>Que feio, google. Tem que ver isso aÃ­&#8230;</p>
<div class="center"><img src="http://brunotorres.net/wp-content/uploads/2011/01/phishingsite1.png" alt="Tela vermelha da morte. Suspeita de phishing" title="Tela vermelha da morte. Suspeita de phishing" width="400" height="317" class="alignnone size-full wp-image-447" /></div>
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  </item>
  <item>
    <title>Minha aplicaÃ§Ã£o perfeita para o twitter (e provavelmente outras redes sociais)</title>
    <link>http://brunotorres.net/minha-aplicacao-perfeita-para-o-twitter-e-provavelmente-outras-redes-sociais</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2011-01-05:/168d8611ca71bfd60304ad3209b3ad18</guid>
    <pubDate>Wed, 05 Jan 2011 05:37:39 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[aplicaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Seguir a timeline do twitter estÃ¡, cada vez mais, se tornando algo extremamente chato e inÃºtil.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Eu sigo poucas pessoas e, sinceramente, acredito que estÃ£o na minha lista apenas pessoas realmente interessantes. PorÃ©m, mesmo essas pessoas normalmente interessantes Ã s vezes parece que enlouquecem e comeÃ§am a seguir memes idiotas, postar besteiras e se engajar em discussÃµes que acrescentam menos Ã  minha vida que as Ãºltimas notÃ­cias sobre o impacto do crescimento da populaÃ§Ã£o de sapos fluorescentes na cotaÃ§Ã£o do dolar do Suriname.</p>
<p>AliÃ¡s, eu mesmo nÃ£o me isento, falo mais besteira do que deveria no twitter&#8230;</p>
<p>Mesmo o tweetdeck, com seus filtros globais extremamente Ãºteis, nÃ£o resolve esse problema por completo. Apenas excluir palavras-chave e/ou pessoas temporariamente da minha timeline nÃ£o Ã© o suficiente. Queria algo que fosse mais restrito. Algo que me permitisse monitorar basicamente aquilo que me interessa e as tendÃªncias da rede, tanto globais quanto locais.</p>
<p>Minha aplicaÃ§Ã£o perfeita para twitter seria algo mais ou menos assim:</p>
<p>Eu defino as palavras-chave que me interessam, mas ela nÃ£o me mostra os tweets em si, apenas a quantidade de tweets com aquela palavra-chave em um perÃ­odo de tempo x definido por mim, e a velocidade com que esse nÃºmero estÃ¡ crescendo (ou seja, me mostra a quantidade e se o tÃ³pico estÃ¡ &#8220;bombando&#8221; no momento).</p>
<p>Um alerta por email caso o negÃ³cio comece a bombar de verdade seria muito bem vindo, assim posso ir checar se, por exemplo, surgiu uma oportunidade de divulgaÃ§Ã£o de um produto por conta da popularizaÃ§Ã£o de um termo afim ou se estÃ£o falando mal de mim ou de algum produto que eu cuido e eu preciso tomar alguma atitude rapidamente.</p>
<p>Isso ficaria em um dashboard simples, que eu poderia ou nÃ£o deixar aberto o tempo todo (por isso os alertas seriam uma boa).</p>
<p>AlÃ©m dessas estatÃ­sticas, seria interessante ter na mesma tela os trending topics, tambÃ©m com a opÃ§Ã£o de definir alertas quando um novo tÃ³pico entrar na lista.</p>
<p>Outra coisa que seria bem vinda seriam links populares. Nesse caso precisaria ter pelo menos dois tipos: os links populares relacionados com as minhas palavras-chave (linkados em tweets que contenham a palavra, por exemplo) e links populares por categoria (como fazer essa categorizaÃ§Ã£o Ã© problema de quem vai fazer a aplicaÃ§Ã£o). Links populares globais poderiam atÃ© ser interessantes, mas acho que acabaria tendo mais justin biebers e restarts da vida do que coisas que realmente interessem.</p>
<p>Todas essas funcionalidades deveriam poder ser configuradas como mundiais ou restritas a um local/idioma.</p>
<p>Ah, e claro, deveria ter a opÃ§Ã£o de manter mentions e directs sempre Ã  vista, porque em geral sÃ£o importantes de acompanhar na Ã­ntegra.</p>
<p>Essa aplicaÃ§Ã£o ficaria na maior parte do tempo em segundo plano, com um Ã­cone na bandeja do windows ou na dock do mac os. Em eventos crÃ­ticos (como a popularizaÃ§Ã£o de uma das minhas palavras-chave, por exemplo), esse Ã­cone poderia piscar ou pular chamando minha atenÃ§Ã£o. Seria um adicionai interessante aos alertas por email.</p>
<p>Eu imagino que para uso profissional, algo desse tipo seria muito mais produtivo e eficiente do que ficar acompanhando timelines cheias de joio e com pouquÃ­ssimo trigo.</p>
<p>Para uso pessoal, por motivos de entretenimento, os tweetdecks da vida continuariam sendo Ãºteis.</p>
<p>Eu nÃ£o sei se jÃ¡ existe alguma aplicaÃ§Ã£o assim. Sinceramente fiquei com preguiÃ§a de procurar e testar e preferi postar isso aqui e ouvir as opiniÃµes/recomendaÃ§Ãµes de vocÃªs.</p>
<p>O que acham? Algo assim seria viÃ¡vel ou tÃ´ viajando? JÃ¡ existe algo desse tipo que eu nÃ£o conheÃ§o? VocÃª usaria uma aplicaÃ§Ã£o desse tipo? Adicionaria ou removeria alguma funcionalidade?</p>
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  <item>
    <title>Ganhar dinheiro fazendo o que vocÃª faria de graÃ§a</title>
    <link>http://brunotorres.net/ganhar-dinheiro-fazendo-o-que-voce-faria-de-graca</link>
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    <pubDate>Mon, 25 Oct 2010 03:52:14 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[monetizaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[opinion]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Ter um blog Ã© uma forma de ganhar dinheiro com prazer, fazendo algo que vocÃª faria de graÃ§a.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>HÃ¡ algum tempo estou querendo escrever um texto com as minhas consideraÃ§Ãµes sobre como ganhar dinheiro com blogs. O problema Ã© que, mesmo depois de vÃ¡rios testes e mesmo estando, hoje, conseguindo lucrar o suficiente com o blog para viver (caso minhas pretensÃµes fossem modestas, claro), nÃ£o tenho grandes consideraÃ§Ãµes a fazer sobre o assunto. Nada tÃ©cnico, pelo menos. Nada que nÃ£o tenha sido dito por aÃ­ por <a href="http://www.interney.net/">gente muito mais esperta que eu</a>.</p>
<p>Mas, se tem uma coisa que eu posso dizer &#8212; e acho que serve como dica para qualquer um que esteja entrando no mundo dos blogs &#8212; Ã© que hoje posso ganhar grana com algo que eu faria (e fiz, por bastante tempo) de graÃ§a.</p>
<p>O que me motivou a escrever estas parcas linhas foi um post breve do grande <a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/" title="Seth Godin Ã© marketeiro, portanto sabe ganhar dinheiro">Seth Godin</a>, &#8220;<a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2006/09/doing_it_for_fr.html">Doing it for free</a>&#8220;.</p>
<p>No post, Seth diz que os pioneiros nunca comeÃ§am a fazer alguma coisa <em>simplesmente</em> para ganhar dinheiro. Eles sÃ£o guiados pela paixÃ£o, por uma vontade de inovar agora e inovar sempre. E destes pioneiros, os mais espertos acabam arrumando um jeito de fazer com que sua paixÃ£o se transforme, pelo menos, em um meio de vida. Em alguns casos fazem fortunas maravilhosas. E, o mais importante, fazendo o que gostam. Enriquecem fazendo o que fariam tranqÃ¼ilamente (e com muito prazer) de graÃ§a.</p>
<p>Enfim, nÃ£o estou querendo dizer que sou pioneiro em alguma coisa, nem de maneira alguma tentando pretensiosamente me colocar no mesmo nÃ­vel dos nomes citados por Seth Godin. Gente do calibre de <a href="http://www.craphound.com/">Cory Doctorow</a> (e o restante do pessoal do <a href="http://boingboing.net">boingboing</a>) e <a href="http://www.woz.org/">Steve Wozniak</a>. De maneira alguma. Mesmo.</p>
<p>O que estou querendo dizer &#8212; e nÃ£o Ã© a primeira vez que digo &#8212; Ã© que, se vocÃª estiver comeÃ§ando um blog (ou qualquer outro empreendimento) com o <em>intuito Ãºnico</em> de fazer grana, as chances de fracasso sÃ£o muito grandes.</p>
<p>Eu mesmo jÃ¡ comecei blogs simplesmente pra ver se conseguia ganhar algum dinheiro a mais. CaÃ­ nessa armadilha. Pergunte se algum deles deu certo, se consegui me manter motivado a escrever e dedicar meu tempo a eles. Claro que nÃ£o. EstÃ£o jogados Ã s traÃ§as. NÃ£o tinha <strong>paixÃ£o</strong> na jogada&#8230;</p>
<p>Claro que existem exceÃ§Ãµes. Se vocÃª for extremamente dedicado, pode ser que atinja pelo menos em parte seu objetivo.</p>
<p>Mas Ã© praticamente impossÃ­vel que algo feito por alguÃ©m que esteja apenas de olho nos lucros tenha uma qualidade igual ou superior a algo que tenha sido feito com paixÃ£o, por motivaÃ§Ãµes que vÃ£o alÃ©m das verdinhas.</p>
<p>Sou a favor da monetizaÃ§Ã£o dos blogs. Acho que todo mundo tem direito de ganhar uns trocados (ou mesmo ficar rico, vai saber) com aquilo que escreve. Eu mesmo nem penso em deixar de <a href="http://brunotorres.net/adsense-5-dicas-que-funcionam-para-e-pode-ser-que-funcionem-pra-voce">exibir anÃºncios</a> por aqui. O dinheiro que ganho com este blog vai bem alÃ©m de simplesmente cobrir os gastos com domÃ­nio e hospedagem. Pelo contrÃ¡rio, paga muito bem as horas que uso lendo, pesquisando e escrevendo.</p>
<p>PorÃ©m, se algum dia se tornar impossÃ­vel ganhar dinheiro com meu blog, tenho certeza que vou continuar escrevendo por aqui. Com a mesma freqÃ¼Ãªncia (ou infreqÃ¼Ãªncia) de sempre. Por quÃª? Porque <a href="http://brunotorres.net/por-que-eu-blogo">nÃ£o me vejo sem um blog</a>. Porque este blog me proporciona algo muito, muito alÃ©m do dinheiro. Com ele ganho conhecimento, conheÃ§o gente interessante, tenho a chance de ensinar o pouco que sei, tenho a chance de tentar fazer a minha vida e a de outras pessoas, de alguma forma, um pouco melhores.</p>
<p>Enfim, faÃ§a aquilo que te dÃ¡ prazer. Escreva sobre suas paixÃµes. E, claro, tente ser esperto o suficiente para fazer com que isso se transforme em um meio de ganhar dinheiro. Assim vocÃª estarÃ¡ sempre motivado, sua vida farÃ¡ mais sentido e suas chances de <em>realmente</em> ter algum retorno financeiro serÃ£o infinitamente maiores.</p>
<h3>Links Interessantes</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.interney.net/dinheiro.php">este post</a> e <a href="http://www.interney.net/dinheiro.php">este aqui</a> do Edney &#8220;Interney&#8221; Souza, sobre ganhar dinheiro no geral e especificamente com blogs.
<p>O Edney entende muito desse negÃ³cio de ganhar dinheiro na web. Ele testou alguns programas de anÃºncios e afiliados que podem te ajudar bastante com seu site ou blog</p>
</li>
<li><a href="http://lucrandonarede.com/blog/">Lucrando na Rede</a> &#8211; JÃ¢nio Sarmento
<p>Blog do meu amigo JÃ¢nio que, como o nome jÃ¡ diz, fala exclusivamente sobre meios de lucrar com iniciativas online</p>
</li>
<li><a href="http://www.google.com/adsense/">Google AdSense</a>
<p>O AdSense Ã© o meio mais simples de fazer um troco com seu blog</p>
</li>
<li><a href="http://www.dreamhost.com/r.cgi?113643/hosting-rewards.html|BTORRESNET" rel="nofollow">Afiliados Dreamhost</a>
<p>Empresa de hospedagem que tem um programa de afiliados muito interessante e dependendo do pÃºblico do seu blog, pode ser bem lucrativo</p>
</li>
</ul>
<div id="crp_related"><h3>Leia tambÃ©m:</h3><ul><li><a href="http://brunotorres.net/um-blog-um-post-e-meu-vai-entender" rel="bookmark" class="crp_title">Um blog, um post. E meu! Vai entender&#8230;</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/adsense-evite-anuncios-de-imagem" rel="bookmark" class="crp_title">Adsense: evite anÃºncios de imagem</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/adsense-5-dicas-que-funcionam-para-e-pode-ser-que-funcionem-pra-voce" rel="bookmark" class="crp_title">Adsense: 5 dicas que funcionam para mim e pode ser que funcionem pra vocÃª</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/o-conforto-do-atual-ou-o-a-promessa-do-futuro" rel="bookmark" class="crp_title">O conforto do atual ou o a promessa do futuro?</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/quer-ganhar-dois-cursos-online-da-visie-de-graca" rel="bookmark" class="crp_title">Quer ganhar dois cursos online da Visie de graÃ§a?</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/web-01" rel="bookmark" class="crp_title">Web 0.1&#945;</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/ibm-tableless" rel="bookmark" class="crp_title">Mais um convertido: IBM Brasil</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/quebrando-o-gelo-com-links" rel="bookmark" class="crp_title">Quebrando o gelo com links</a></li></ul></div>    ]]></description>
    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/ganhar-dinheiro-fazendo-o-que-voce-faria-de-graca/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>A presenÃ§a do Google em eventos de SEO Ã© positiva?</title>
    <link>http://brunotorres.net/a-presenca-do-google-em-eventos-de-seo-e-positiva</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2010-06-10:/f5ab63bfe981a77d741b71ea31e6696e</guid>
    <pubDate>Thu, 21 Oct 2010 02:50:09 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p class="promo">Ã‰ importante deixar claro que esse texto reflete a minha opiniÃ£o, nÃ£o a daquele cara que tÃ¡ passando ali de blusa vermelha (tÃ¡ vendo?) e muito menos a da empresa onde trabalho.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p><strong>[update]</strong> Esse post acabou virando o tema principal do <a href="http://www.searchcast.com.br/searchcast-37-o-que-e-blackhat/">SearchCast</a> dessa semana. O bicho pegou por lÃ¡. Confiram.</p>
<p>Ontem quase despretenciosamente iniciei uma <a rel="nofollow" href="http://twitter.com/brunotorres/status/15779473462">discussÃ£o</a> (como eu gosto disso) no twitter sobre o valor e os perigos de se convidar &#8220;<em>googlers</em>&#8221; (funcionÃ¡rios do google, vocÃª sabe) para eventos de SEO &#8212; ou eventos que, pelo menos parcialmente, falem sobre o assunto.</p>
<p>A discussÃ£o se estendeu por quase 30 tweets de diversos nomes, alguns bem importantes, do SEO brasileiro, como <a href="http://www.flavioraimundo.com.br/">FlÃ¡vio Raimundo</a>, <a href="http://www.mestreseo.com.br/">FÃ¡bio Ricotta</a>, <a href="http://www.brasilseo.com.br/">Cassiano Travarelli</a>, <a href="http://www.seojuizdefora.com.br/">Renata TibiriÃ§Ã¡</a>, <a href="http://blog.migueldorneles.com/">Miguel Dorneles</a> e <a href="http://www.pabloalmeida.com.br/">Pablo Almeida</a> e acabou indo parar no <a href="http://www.google.com/support/forum/p/webmasters/thread?tid=0136179606cf6e2b&#038;hl=pt-BR">fÃ³rum de ajuda do webmaster do Google</a> (sim, na toca do lobo) e gerou mais discussÃ£o por lÃ¡.</p>
<p>Embora a opiniÃ£o geral tenha sido contrÃ¡ria Ã  minha, ainda assim acho que a discussÃ£o Ã© vÃ¡lida e mantenho a minha opiniÃ£o: no momento atual do mercado de SEO brasileiro, a presenÃ§a dos googlers nos eventos nÃ£o Ã© positiva. Isso por diversos motivos que quero apresentar aqui para, quem sabe, gerar ainda mais discussÃ£o.</p>
<p>Mas antes de mostrar meus argumentos, faÃ§o um convite a vocÃª que estÃ¡ afim de me fazer mudar de opiniÃ£o (e que, obviamente, nÃ£o tem nada melhor pra fazer). Me mostre um exemplo, apenas um basta, onde a presenÃ§a de um googler em um evento de SEO tenha sido realmente positiva. Pode ser qualquer evento, no Brasil, nos EUA, no UzbequistÃ£o que seja, nÃ£o importa.</p>
<p>Agora vamos ao que interessa.</p>
<h3>O pessoal do google nÃ£o traz informaÃ§Ãµes importantes para os eventos</h3>
<p>Anunciar que o caffeine foi ativado globalmente nÃ£o vale como informaÃ§Ã£o importante. NÃ£o pra mim. Isso eu poderia ler minutos depois em um <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2010/06/our-new-search-index-caffeine.html">post num blog oficial do google</a>. E, alÃ©m disso, que Ã© um argumento besta, concordo, tem o fato de que essa informaÃ§Ã£o nÃ£o acrescenta nada ao conhecimento do profissional de SEO. Ele nÃ£o vai sair do evento com uma idÃ©ia diferente na cabeÃ§a, com uma aÃ§Ã£o planejada ou algo do tipo por causa de um anÃºncio desses, por mais importante que seja.</p>
<p>Quando trazem informaÃ§Ãµes importantes e, digamos, <em>actionable</em>, deixam um gosto amargo na boca, como quando o Matt Cutts anunciou que tudo que o google disse por anos sobre nofollow e PR Sculpting era mentira e que todo tempo e dinheiro gastos na implementaÃ§Ã£o dessa tÃ©cnica foi simplesmente jogado no lixo.</p>
<p>Outras vezes simplesmente usam aquele jeito evasivo (ou jeito google, como preferirem) de responder perguntas sem responder.</p>
<p>Isso pra mim nÃ£o Ã© positivo. Se eu pago para ir em um evento de alto nÃ­vel, quero informaÃ§Ãµes que ou sejam diretamente aplicÃ¡veis no meu dia-a-dia, ou que me faÃ§am enxergar um determinado tÃ³pico por um Ã¢ngulo diferente, ou que me tragam insights para desenvolvimento de novas estratÃ©gias e tÃ¡ticas. O resto Ã© desperdÃ­cio do meu tempo e dinheiro.</p>
<p>Quem traz informaÃ§Ãµes realmente Ãºteis para eventos de SEO sÃ£o aqueles caras que fazem SEO no dia-a-dia, que testam, que estudam, que botam a mÃ£o na massa. Por isso que o <a href="http://www.pubcon.com/">Pubcon</a> Ã© hoje o melhor evento de SEO do mundo (fora o fato de ser em Las Vegas, <em>but I digress</em>).</p>
<p>Falando nisso&#8230;</p>
<h3>A presenÃ§a de googlers inibe os palestrantes que planejam falar de assuntos mais avanÃ§ados</h3>
<p>SEO avanÃ§ado quer dizer black hat? NÃ£o necessariamente. Mas jÃ¡ que toquei no assunto&#8230;</p>
<p>Black Hat nÃ£o pode ser tabu. Ã‰ algo que faz parte do conhecimento de SEO. Ã‰ algo que precisa ser apresentado e discutido. Por dois motivos principais:</p>
<ol>
<li>Os black hatters sÃ£o os profissionais de SEO que mais conhecem sobre o assunto. Ser um black hatter demanda muita experiÃªncia, muita atenÃ§Ã£o a detalhes, muito estudo de comportamentos dos buscadores, muito teste. Ouvir esses caras compartilhando suas experiÃªncias Ã© de suma importÃ¢ncia, mesmo para o mais white dos white hatters.</li>
<li>Por mais que vocÃª nÃ£o pretenda aplicar exatamente as tÃ©cnicas apresentadas pelos black hatters, frequentemente vai conseguir aplicar parte do conhecimento usado em seu desenvolvimento para criar outras tÃ©cnicas derivadas, totalmente white hat. Conhecimento de alto nÃ­vel, quando compartilhado, sempre leva a boas idÃ©ias (e a idÃ©ias ruins tambÃ©m, mas isso Ã© normal em qualquer cenÃ¡rio)</li>
</ol>
<p>Dito isso, preciso apresentar outros dois pontos importantes sobre o assunto:</p>
<ul>
<li>Entendo que, ao expor profissionais menos experientes a informaÃ§Ãµes sobre back hat, corremos o risco de criar pequenos monstros que vÃ£o sair por aÃ­ querendo aplicar aquilo que supostamente aprenderam, atrÃ¡s do tÃ£o sonhado &#8212; e fantasioso &#8212; dinheiro fÃ¡cil. Mas eu vejo isso como um risco aceitÃ¡vel, porque esses caras ou nÃ£o vÃ£o conseguir evoluir de acordo com o mercado e vÃ£o ser naturalmente eliminados pelo google ou entÃ£o, no caso de se darem bem, muito provavelmente jÃ¡ fariam isso de qualquer jeito e, convenhamos, Ã© trabalho do google lidar com isso, nÃ£o nosso</li>
<li>Alguns tÃ³picos devem ser realmente evitados, principalmente aqueles que exponham detalhes de operaÃ§Ã£o e nÃ£o conceitos em si. Cabe aos organizadores dos eventos filtrar os assuntos e lidar da melhor forma com a informaÃ§Ã£o que serÃ¡ apresentada.</li>
<p>Fora black hat, outros assuntos podem deixar de ser discutidos simplesmente pelo medo dos palestrantes de alguÃ©m do google achar &#8220;pÃªlo em ovo&#8221; e causar problemas para seus prÃ³prios sites (dos palestrantes) ou de clientes.</p>
<p>Em um mercado mais evoluÃ­do, pode ser que esses problemas deixem de existir. Mas aqui no Brasil, no cenÃ¡rio atual, dados os pontos acima, acredito que a presenÃ§a dos nossos amigos googlers tem o potencial de diminuir consideravelmente a qualidade dos eventos de SEO.</p>
<p>Espero que isso nÃ£o aconteÃ§a com o <a href="http://www.searchlabs.com.br/">Search Labs</a>, que tem tudo pra ser o melhor evento de busca jÃ¡ realizado aqui no Brasil.</p>
<p>E, pra finalizar, quero dizer, nÃ£o pra ser polÃ­tico mas por ser verdade mesmo, que nÃ£o estou sugerindo que o trabalho realizado pelo time search quality do google Ã© ruim de qualquer forma. Acho o trabalho deles essencial e acredito ser fundamental para a qualidade dos resultados de busca do google. SÃ³ nÃ£o acho que eles devam ir nos eventos, mas isso Ã© uma outra histÃ³ria.</p>
<p>E vocÃª, o que acha? Sei que nÃ£o concorda comigo, geralmente ninguÃ©m concorda, estou acostumado. Seja qual for sua opiniÃ£o, deixe aqui nos comentÃ¡rios. Acho que essa discussÃ£o Ã© vÃ¡lida e pode ainda nos levar a discutir pontos muito mais importantes sobre esse nosso pequeno grande mercado.</ul>
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    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/a-presenca-do-google-em-eventos-de-seo-e-positiva/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>Livros de papel vs. Kindle vs. futuros formatos de eBooks</title>
    <link>http://brunotorres.net/livros-de-papel-vs-kindle-vs-futuros-formatos-de-ebooks</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2010-09-13:/084b838b679fba4028ef6e93e4f7ee50</guid>
    <pubDate>Mon, 13 Sep 2010 01:14:39 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[discussÃ£o]]></category>
		<category><![CDATA[eBooks]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>eBooks vs. livros de papel. Esse Ã© um tema que eu gosto bastante de discutir. Vira e mexe jogo algo sobre isso no twitter, principalmente depois de ter instalado o Kindle no meu celular, e achado a melhor invenÃ§Ã£o desde a picanha na brasa com capa de gordura.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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</div></div><!--<a name="post-content"></a>-->

<p>O tema divide opiniÃµes. Alguns &#8212; nÃ£o poucos, surpreendentemente &#8212; defendem o papel pelo seu suposto &#8220;charme&#8221;, algo que eu definitivamente ainda nÃ£o consegui entender. Charme Ã© <a href="http://www.plunderguide.com/wp-content/uploads/2009/06/olivia-wilde-4.jpg">isso aqui</a>, por exemplo, ou <a href="http://2.bp.blogspot.com/_rJdTY5rnrQU/S4drdYt_j9I/AAAAAAAAFAg/jimNQhiYLSM/s1600-h/sexy-hollywood-actress-pics4.jpg">talvez isso</a>. Me mostre um livro que esteja Ã  altura desse charme (dessa vez sem aspas, claro) eu eu me rendo ao argumento. Mas, nÃ£o vamos nos perder. Qual era o assunto mesmo?</p>
<p>Ah, sim, ok. Livros de papel. Sim, eu gostei por muito tempo de livros de papel. Era a Ãºnica opÃ§Ã£o viÃ¡vel, e eu gosto de ler, portanto nÃ£o tinha muito pra onde correr. Mas com a chegada do Kindle, e a disponibilizaÃ§Ã£o de uma <a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&#038;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2Fkindle-store-ebooks-newspapers-blogs%2Fb%3Fie%3DUTF8%26node%3D133141011&#038;tag=brunotorrespo-20&#038;linkCode=ur2&#038;camp=1789&#038;creative=390957">quantidade razoÃ¡vel de livros para ele</a>, as coisas comeÃ§ara a mudar na minha cabeÃ§a.</p>
<p>Comecei a olhar feio pra pilha de livros que tenho aqui em casa. E olha que nem tenho tantos livros assim. No mÃ¡ximo algumas poucas dezenas. Mas mesmo assim eles tomam mais espaÃ§o que qualquer outra coisa na casa.</p>
<div class="wp-caption right" style="width: 320px;float:right;clear:none;margin:0 15px"><img alt="Olivia Wilde" src="http://brunotorres.net/i/olivia-wilde.jpg" title="Olivia Wilde" width="310" height="368"/>
<p class="wp-caption-text" style="text-align:center"><em>Isso Ã© charme. Entenderam?</em></p>
</div>
<p>Minha vontade Ã© doar todos esses livros para uma biblioteca ou algo assim e recomprar todos em formato digital. Infelizmente isso nÃ£o Ã© possÃ­vel atualmente, jÃ¡ que praticamente todos esses livros sÃ£o basileiros (ou traduzidos para o portuguÃªs) e as editoras brasileiras nos fazem o favor de publicar eBooks em um formato alienÃ­gena para os melhores e mais populares leitores do mercado. Mas esse Ã© outro assunto, deixemos pra outro dia.</p>
<p>O fato Ã© que acho eBooks algo realmente revolucionÃ¡rio. VocÃª pode achar que estou exagerando, mas, sinceramente, nÃ£o estou. Vou contar minha breve histÃ³ria com os eBooks pra vocÃª entender porque o termo revolucionÃ¡rio estÃ¡ bem aplicado nesse contexto.</p>
<p>Primeiro, nunca gostei dos eBooks clÃ¡ssicos, em PDF ou naquele formato de help em HTML do windows. Ler no computador nÃ£o Ã© legal. Ponto. Portanto passei anos e anos acumulando uma quantidade considerÃ¡vel de eBooks nos meus HDs, mas nunca consegui lÃª-los efetivamente.</p>
<p>Com a chegada do Kindle, e-ink e tudo mais, comecei a achar a coisa interessante. Mas o preÃ§o era proibitivo. Fui deixando pra depois. EntÃ£o a Amazon fez algo que achei muito inteligente: transformou o kindle em um software disponÃ­vel em diversas plataformas. Mas eu ainda nÃ£o tinha nenhum dispositivo das plataformas disponÃ­veis, a nÃ£o ser o computador, que nÃ£o era, como jÃ¡ disse, uma opÃ§Ã£o viÃ¡vel pra mim.</p>
<p>Em maio desse ano, a Amazon anunciou o Kindle para Android. &#8220;This summer&#8221; &#8212; dizia o release &#8212; aconteceria o lanÃ§amento. Em junho passei a entrar todo dia no Android Market e buscar por &#8220;Kindle&#8221;. AtÃ© que apareceu o tÃ£o esperado resultado. Instalei o bicho, e, sinceramente, minha vida mudou.</p>
<p>Digo sem o menor receio de estar ao menos minimamente errado: O kindle Ã© o melhor e mais Ãºtil aplicativo que jÃ¡ instalei no meu celular, desde que eu comprei meu primeiro celular em que eu podia instalar aplicativos.</p>
<p>Por quÃª? Porque gosto de ler. Gosto demais de ler. Mas livros de papel, como jÃ¡ disse, tem se tornado uma chateaÃ§Ã£o. O kindle pra Android estÃ¡ sempre comigo, no meu bolso. Qualquer tempinho livre, poucos minutos que sejam, Ã© motivo pra sacar o celular, abrir o Kindle e comeÃ§ar a ler. Li em menos de dois meses 7 livros no celular. Alguns deles bem densos, alguns de negÃ³cios, outros de ficÃ§Ã£o. E em nenhum deles me senti mal servido pela aplicaÃ§Ã£o.</p>
<p>Instalei o Kindle tambÃ©m no iPad, mas o iPad Ã© desajeitado para ler, nÃ£o Ã© tÃ£o bom quanto o celular. NÃ£o consigo ler no iPad deitado na cama enquanto minha mulher recosta a cabeÃ§a no meu peito. O celular praticamente foi feito pra isso.</p>
<p>Hoje estou correndo o sÃ©rio risco de ter que declarar bancarrota se continuar comprando livros na kindle store na frequencia atual. E estou planejando comprar ainda esse ano o Kindle, o dispositivo, o que deve piorar ainda mais essa situaÃ§Ã£o. Me sinto como uma crianÃ§a na kindle store, algo que nÃ£o acontece, por exemplo, com a app store, da Apple.</p>
<p>Resumindo a histÃ³ria toda, sou kindle biatch. Tenho uma relaÃ§Ã£o com o kindle tÃ£o forte quanto a que os apple fanboys tem com macs, iPhones, iPods e iPads. Eu tenho mac e iPad, mas nunca consegui ter com eles a mesma relaÃ§Ã£o que tenho tido com o kindle. Mas, continuemos o assunto.</p>
<h3>eBooks atuais vs. formatos futuros, mais &#8220;ricos&#8221;</h3>
<p>AlÃ©m da &#8220;briga&#8221; entre livros de papel e livros digitais, tem outro assunto que divide opiniÃµes dentro do contexto: eBooks devem ser representaÃ§Ãµes fiÃ©is dos livros de papel, com o mesmo conteÃºdo, no mesmo formato, ou devem ser algo mais para justificar o uso da nova mÃ­dia?</p>
<p>Esses dias tive uma pequena discussÃ£o sobre isso com o <a href="http://www.filosofianerd.com.br">Eduardo Spohr</a>, autor de <a href="http://www.abatalhadoapocalipse.com/">A Batalha do Apocalipse</a>, livro que faz bastante sucesso entre os nerds e, mais recentemente, tem figurado em listas de mais vendidos por aÃ­ afora.</p>
<p>Perguntei ao Eduardo quando eu poderia ler seu livro no Kindle. Para minha surpresa ele me respondeu que nÃ£o acha que deva ainda publicar em formato digital, porque acha que Ã© ainda algo meio tosco.</p>
<p>Continuando a conversa, ele disse que acha que livros digitais devem ter algo a mais que livros de papel. Devem ter interaÃ§Ã£o, imagens, vÃ­deos, Ã¡udio, etc.</p>
<p>Normalmente eu apenas ignoraria a opiniÃ£o do sujeito que me falasse isso, mas nÃ£o dÃ¡ pra ignorar quando vem de alguÃ©m muito mais inteligente que eu e, principalmente, alguÃ©m que estÃ¡ no mercado editorial, e entende mais desse mercado do que eu jamais vou entender.</p>
<p>Mas o fato Ã© que eu discordo completamente do argumento do Eduardo. NÃ£o poderia discordar mais. Por isso acho que vale a pena falar sobre o assunto com um pouco de calma.</p>
<p>Eu sou um forte defensor do formato atual dos livros. Do conteÃºdo dos livros, digo. Acho que nÃ£o se deve simplesmente assumir que, se Ã© digital, deve ser conectado, interativo, multimÃ­dia. Por um simples motivo: toda essa parafernÃ¡lia tem um imenso potencial para estragar a histÃ³ria de um livro. Explico.</p>
<p>Muitas vezes prefiro ler um livro do que assistir um filme ou documentÃ¡rio sobre o mesmo assunto. O livro tem o poder de exercitar dois aspectos do meu intelecto que sÃ£o extremamente importantes: imaginaÃ§Ã£o e criatividade.</p>
<p>Agora, vocÃª pode dizer que A Origem aguÃ§ou sua imaginaÃ§Ã£o, ou que De Volta para o Futuro ajudou a formar seu espÃ­rito criativo. E eu acredito. Mas nÃ£o Ã© a mesma coisa.</p>
<p>Eu nÃ£o entendo o suficiente sobre a mente humana para explicar cientificamente qual a diferenÃ§a entre um livro e uma obra audiovisual no que tange a estimular a criatividade e imaginaÃ§Ã£o de uma pessoa, mas posso dizer por experiÃªncia prÃ³pria, que nÃ£o Ã© a mesma coisa. Se alguÃ©m souber explicar (ou me desmentir), sinta-se a vontade.</p>
<p>O ponto Ã© que o fato de o livro deixar o audiovisual de fora Ã© justamente o que o torna mais interessante. Toda lacuna deixada pelo autor Ã© uma chance de vocÃª, leitor, completar a histÃ³ria Ã  sua maneira. A histÃ³ria, depois que vocÃª leu, passa a ser sua. A sua versÃ£o daquela histÃ³ria pode ser bastante diferente da minha, que pode ser completamente diferente da versÃ£o idealizada pelo autor. E essa Ã©, na minha opiniÃ£o, a beleza de um livro.</p>
<p>(Claro que isso se aplica provavelmente apenas a ficÃ§Ã£o. Em outros tipos de livros o cenÃ¡rio pode ser diferente, e sobre eles nÃ£o tenho ainda uma opiniÃ£o formada, por isso nÃ£o vou discutir. Discutam vocÃªs, por favor.)</p>
<p>Eu geralmente nÃ£o me importo com a visÃ£o original do autor sobre sua prÃ³pria obra. Sinceramente prefiro nem saber. Se ele tem uma personagem, e omite uma informaÃ§Ã£o, por exemplo, a cor do cabelo, eu posso &#8212; ou melhor, tenho o direito &#8212; de imaginÃ¡-la morena se essa for a minha vontade. E a beleza disso Ã© que se eu reler o livro daqui a dez anos, quando posso ter uma visÃ£o completamente diferente do mundo e meus gostos podem ter mudado consideravelmente, essa personagem pode passar a ser ruiva. Ã‰ um direito meu ter essa liberdade. Um livro digital interativo e rico em detalhes audiovisuais estragaria essa experiÃªncia de uma maneira terrÃ­vel. Eu nÃ£o quero isso.</p>
<p>Se Dom Casmurro tivesse sido lanÃ§ado como um livro digital com algo a mais que apenas texto, talvez nÃ£o houvesse a discussÃ£o &#8212; que perdura por mais de sÃ©culo &#8212; sobre a (in)fidelidade de Capitu. A imagem e o som deixam poucas dÃºvidas, pouca chance para sua imaginaÃ§Ã£o e criatividade entrarem em campo.</p>
<p>Por isso, em geral, prefiro nÃ£o assistir filmes baseados em livros de que gostei muito. NÃ£o assisti Blindness porque Ensaio sobre a Cegueira foi um livro que conseguiu me fazer criar uma visÃ£o tÃ£o vÃ­vida dos cenÃ¡rios e personagens, que com certeza a visÃ£o do diretor estragaria para sempre a experiÃªncia.</p>
<p>O Gollum, pra citar mais um exemplo, que eu criei na minha cabeÃ§a ao ler O Hobbit e O Senhor dos AnÃ©is era muito mais interessante do que aquele criado pelo Peter Jackson, por mais sensacional que tenha sido o trabalho do diretor.</p>
<p>Mas nÃ£o acho que devamos ter uma visÃ£o simplista e dicotÃ´mica do assunto. HÃ¡, com certeza, espaÃ§o para livros digitais apenas com conteÃºdo textual, assim como para livros mais interativos e ricos em recursos audiovisuais. SÃ³ digo que defendo com todas as minhas forÃ§as a existÃªncia do primeiro tipo. NÃ£o quero viver em um mundo em que toda a criaÃ§Ã£o e imaginaÃ§Ã£o sejam delegadas a um editor, ou mesmo ao autor de uma obra. NÃ£o quero que me tirem o direito de imaginar as histÃ³rias como bem entender. NÃ£o quero perder a propriedade sobre a minha versÃ£o das histÃ³rias que leio.</p>
<p>Talvez deva haver uma graduaÃ§Ã£o dos recursos extras de livros digitais. Para crianÃ§as, livros mais &#8220;ricos&#8221;; para adultos, livros mais espartanos. Ou talvez deva haver a opÃ§Ã£o de habilitar ou nÃ£o os recursos extras.</p>
<p>NÃ£o tenho a resposta. Mas gostaria de discutir mais sobre o assunto. O que vocÃª tem a dizer? De que lado vocÃª estÃ¡? Tem alguma idÃ©ia diferente sobre o assunto? Sou todo ouvidos.</p>
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    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/livros-de-papel-vs-kindle-vs-futuros-formatos-de-ebooks/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>Acessibilidade na web: Custo ou benefÃ­cio?</title>
    <link>http://brunotorres.net/acessibilidade-na-web-custo-ou-beneficio</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2007-05-23:/a97ca8a97bdd232080029c0bc6d5e003</guid>
    <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 04:22:36 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[accessibility]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Vale a pena fazer um site acessÃ­vel?<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Ã‰ a essa pergunta que estamos tentando responder neste vÃ­deo, que <del datetime="2007-05-25T14:20:51+00:00">serÃ¡</del> foi lanÃ§ado dia 24, quinta-feira, no SENAC Rio (<a href="http://acessodigital.net/#video-ad">Veja maiores detalhes</a>).</p>
<p>Ainda nÃ£o falei nada sobre a <a href="http://acessodigital.net/">Acesso Digital</a> por aqui. Acesso Digital Ã© um grupo formado hÃ¡ pouco mais de um ano, por conta de uma concorrÃªncia para reformulaÃ§Ã£o de um site de uma grande empresa. Perdemos a concorrÃªncia, mas o grupo continuou em frente, com o intuito de estudar, divulgar, fomentar e implementar a acessibilidade na web brasileira.</p>
<p>A idÃ©ia Ã© prestar serviÃ§os diversos relacionados Ã  acessibilidade, como anÃ¡lise, desenvolvimento, capacitaÃ§Ã£o e consultoria e mostrar que, cada vez mais, <a href="http://brunotorres.net/acessibilidade-nao-e-altruismo">acessibilidade nÃ£o Ã© altruÃ­smo</a> e que apesar de ter, sim, um lado social muito importante, Ã© economicamente viÃ¡vel e deve ser considerado por todos que quiserem fazer negÃ³cios pela web.</p>
<p>Infelizmente, por alguns problemas, como falta de tempo, estou temporariamente afastado do grupo, atuando apenas como consultor em projetos. Espero mudar isso em breve e voltar a me envolver mais com estas pessoas que me ensinaram tanto e com quem jÃ¡ passei agradÃ¡veis momentos e, claro, alguns &#8220;arranca-rabos&#8221; eventuais.</p>
<p>Um dos passos para mostrar a importÃ¢ncia da acessibilidade foi a produÃ§Ã£o deste vÃ­deo, que apesar do amadorismo dos atores (como atores, claro), foi produzido por profissionais com uma qualidade muito acima do que imaginÃ¡vamos conseguir.</p>
<p>AliÃ¡s, cabe aqui um parÃªntese. Fazer um vÃ­deo desse tipo nÃ£o Ã© nada fÃ¡cil. VocÃª tem, sim, que decorar suas falas, repetir sabe-se lÃ¡ quantas vezes cada tomada, aguentar um spot de luz de sei lÃ¡ quantos watts esquentando sua cara. Mas, no fim das contas, o resultado vale muito a pena. Tenho hoje um respeito especial pela profissÃ£o de ator&#8230;hehe</p>
<p>O vÃ­deo conta com as &#8220;atuaÃ§Ãµes&#8221; de <a href="http://www.bengalalegal.com/">MAQ</a>, Leda Spelta, <a href="http://horaciosoares.blogspot.com/">HorÃ¡cio Soares</a> e deste que vos fala.</p>
<p>Abaixo o <del datetime="2007-05-25T14:20:51+00:00">trailer do</del> vÃ­deo completo, com legendas, para vocÃª <del datetime="2007-05-25T14:20:51+00:00">ter uma idÃ©ia do que se trata</del> assistir. O lanÃ§amento oficial <del datetime="2007-05-25T14:20:51+00:00">serÃ¡ nesta</del> foi quinta-feira, 24 de marÃ§o, com direito a apresentaÃ§Ã£o, mesa redonda e participaÃ§Ã£o da equipe Acesso Digital e diversos profissionais da Ã¡rea. Infelizmente, nÃ£o <del datetime="2007-05-25T14:20:51+00:00">vou poder</del> pude comparecer. <img src='http://brunotorres.net/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<div style="width:425px; margin:0.5em auto" id="video-acessodigital">
</div>
<p><script type="text/javascript">var so = new SWFObject("http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=2568&#038;start_loading=false&#038;start_paused=true", "acessodigital", "457", "368", "9", "#FFFFFF");so.addParam("allowfullscreen", "true");so.addParam("wmode", "window");so.addParam("wmode", "transparent");so.write("video-acessodigital");</script></p>
<p>O vÃ­deo foi produzido pelo JoÃ£o e pela Eliane, da 30 Frames. Veja o <a href="http://videos.uol.com.br/showMedia.html?media.id=2568">vÃ­deo no UOL VÃ­deos</a> e a <a href="http://acessodigital.net/video.html">pÃ¡gina sobre o vÃ­deo</a> no site da Acesso Digital.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia tambÃ©m:</h3><ul><li><a href="http://brunotorres.net/jornada-de-conhecimento-sobre-acessibilidade-na-web" rel="bookmark" class="crp_title">Jornada de conhecimento sobre acessibilidade na web</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/podcast-sobre-acessibilidade" rel="bookmark" class="crp_title">Podcast sobre acessibilidade</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/acessibilidade-nao-e-altruismo" rel="bookmark" class="crp_title">Acessibilidade nÃ£o Ã© altruÃ­smo</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/workshop-e-palestra-em-novembro" rel="bookmark" class="crp_title">Workshop e palestra em novembro</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/iphone-pra-que-mesmo" rel="bookmark" class="crp_title">iPhone: Pra quÃª mesmo?</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/como-foi-o-waiu-e-porque-nao-fui-na-casper" rel="bookmark" class="crp_title">Como foi o W.A.I.U. e porque nÃ£o fui na CÃ¡sper</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/mostre-o-que-voce-sabe-sobre-desenvolvimento-web-no-codeshow-videos" rel="bookmark" class="crp_title">Mostre o que vocÃª sabe sobre desenvolvimento web no CodeShow VÃ­deos</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/curso-de-acessibilidade-visie-codeshow" rel="bookmark" class="crp_title">Curso de Acessibilidade + Visie CodeShow</a></li></ul></div>    ]]></description>
    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/acessibilidade-na-web-custo-ou-beneficio/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>Twitter e os links com nofollow (ou twitter: a nova wikipedia)</title>
    <link>http://brunotorres.net/twitter-e-os-links-com-nofollow-ou-twitter-a-nova-wikipedia</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2009-08-14:/6ef8f461bc620da8a25e577e6dae8091</guid>
    <pubDate>Fri, 14 Aug 2009 05:39:50 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Ontem o twitter resolveu colocar nofollow nos links para aplicaÃ§Ãµes e scripts que utilizam sua API para postar conteÃºdo na plataforma.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Essa decisÃ£o foi completamente errada na minha opiniÃ£o, mas nÃ£o vÃ¡ embora ainda, vamos conversar um pouco sobre o assunto.</p>
<p>Se vocÃª viveu debaixo de uma pedra pelos Ãºltimos anos, aqui vai um pouquinho de histÃ³ria, sÃ³ pra te deixar atualizado sobre o assunto dos links com e sem nofollow no twitter:</p>
<ul>
<li>No inÃ­cio, todos os links postados em updates tinham nofollow. Mas os links contidos em &#8220;web&#8221; e &#8220;bio&#8221; nos perfis e os links para aplicaÃ§Ãµes nÃ£o tinham</li>
<li>O twitter resolveu colocar nofollow nos links em &#8220;web&#8221;</li>
<li>O David Naylor percebeu que os links da bio ainda estavam sem nofollow e <a href="http://www.davidnaylor.co.uk/twitter-backlink-tip.html">fez um post sobre</a></li>
<li>Matt Cutts se meteu na histÃ³ria, falou com o <a href="http://www.twitter.com/ev">@ev</a>, um dos criadores do twitter, e uns dias depois os links da &#8220;bio&#8221; estavam com nofollow</li>
<li>Isso gerou polÃªmica aqui e <a href="http://www.sugarrae.com/twitter-lays-down-for-google/">ali</a></li>
<li>Os links para as aplicaÃ§Ãµes continuaram sem nofollow. Um blog francÃªs sobre black hat fez <a href="http://www.seoblackout.com/2009/08/02/referencement-twitter/">um post sobre os links para apps</a> e nÃ£o muito tempo depois, o twitter colocou nofollow nesses links tambÃ©m</li>
<li>Agora sÃ³ sobraram dois tipos de links sem nofollow: links internos e os links no parecidos com verbetes de dicionÃ¡rios que aparecem logo abaixo da contagem de followers e updates na home logada</li>
</ul>
<p>Bem, convenhamos, o twitter tem o direito de ser soberano em seu territÃ³rio, mas ao mesmo tempo nÃ£o deveria ter, jÃ¡ que ele estÃ¡ se tornando a &#8220;casa na web&#8221; de muita gente e sÃ³ sobrevive (na verdade sÃ³ existe) graÃ§as ao conteÃºdo que os usuÃ¡rios postam por lÃ¡.</p>
<p>AlÃ©m disso, o twitter nÃ£o seria o que Ã© hoje se nÃ£o existisse a enorme quantidade de aplicaÃ§Ãµes desenvolvidas em cima de sua API, o que torna o uso do twitter muito mais simples e personalizado.</p>
<h3>Que mensagens o twitter passa ao colocar nofollow nos links para as aplicaÃ§Ãµes?</h3>
<p>Para mim sÃ£o trÃªs mensagens:</p>
<ol>
<li>NÃ£o posso dizer para vocÃª se confio ou nÃ£o nessa aplicaÃ§Ã£o, portanto prefiro dizer que nÃ£o confio e nÃ£o vou dar meu precioso &#8220;link juice&#8221; para ela</li>
<li>NÃ£o tenho competÃªncia para detectar spam nesse tipo de link, entÃ£o Ã© melhor nÃ£o arriscar. Vai que o google encrenca comigo por causa dos links sem nofollow</li>
<li>O google Ã© mais importante para mim do que os desenvolvedores de aplicaÃ§Ãµes que criaram um ecossistema fortÃ­ssimo a minha volta e sustentam minha existÃªncia junto com os usuÃ¡rios que, convenhamos, nÃ£o podem competir em importÃ¢ncia com o google. A nÃ£o ser que o usuÃ¡rio seja o Matt Cutts</li>
</ol>
<h3>O medo do abuso e do SPAM justifica a paranÃ³ia (e a sacanagem)?</h3>
<p>Claro que o twitter nÃ£o estÃ¡ colocando nofollow nos links de maldade (espero). A justificativa Ã© que se vocÃª deixa solto, nego abusa, ou seja, qualque lugar que tenha links sem nofollow tem tambÃ©m uma grande quantidade de spammers loucos por um pouquinho mais de link juice para seus sites.</p>
<p>Mas isso sempre vai acontecer. VocÃª tem medo que sua casa seja invadida, tranca a porta. Normal, nenhum problema. Mas se um amigo seu quiser entrar, vocÃª abre a porta, claro.</p>
<p>O twitter nÃ£o estÃ¡ fazendo isso. Simplesmente trancou a porta, jogou a chave fora e cortou o cabo do interfone. Por mais que vocÃª tenha uma conduta decente dentro do twitter, por mais que seja &#8220;amigo&#8221; dele, a porta vai estar sempre trancada, ele nunca vai deixar vocÃª entrar.</p>
<p>Baiscamente o que o twitter fez foi sacanear seus usuÃ¡rios. Sacanear aqueles que produzem conteÃºdo e ferramentas que sustentam a plataforma. Mais ou menos o que a wikipedia faz.</p>
<p>Na wikipedia, para um texto ser considerado de alta qualidade, deve citar fontes. Essas fontes, portanto, validam o conteÃºdo da wikipedia. Essas fontes fazem com que o conteÃºdo da wikipedia tenha maior credibilidade. Essa credibilidade fez com que as pessoas passassem a linkar mais e mais para a wikipedia, que passou a dominar cada vez mais as pÃ¡ginas de resultado de busca para quaisquer palavras-chave. Em suma, ela usa seu conteÃºdo mas nÃ£o te dÃ¡ nada em troca. Pelo menos nÃ£o no que tange a resultados de busca.</p>
<h3>TÃ¡, mas e aÃ­?</h3>
<p>E aÃ­ que hoje jÃ¡ desenvolvemos uma dependÃªncia tÃ£o grande do twitter que nÃ£o Ã© possÃ­vel simplesmente propor um boicote a ele. Vamos continuar usando, vamos continuar gostando dele por mais que ele nos sacaneie, seja com as famosas baleiadas, seja com a sacanagem dos links com nofollow.</p>
<p>E aÃ­ que eu gostaria de ouvir a opiniÃ£o de vocÃªs sobre o assunto. VocÃªs acham legÃ­timo o twitter colocar nofollow em todos os links externos? AlguÃ©m aÃ­ tem alguma soluÃ§Ã£o interessante para propÃ´r? AlguÃ©m acha que mesmo escrevendo tÃ£o bem quanto uma crianÃ§a de 1o anos, eu deveria mesmo voltar a postar nesse blog?</p>
<p>Aguardo os comentÃ¡rios.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia tambÃ©m:</h3><ul><li><a href="http://brunotorres.net/twitter-qual-a-graca" rel="bookmark" class="crp_title">Twitter: Qual a graÃ§a?</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/eu-vou-ser-obrigado-a-twittar" rel="bookmark" class="crp_title">Eu vou ser obrigado a &#8220;twittar&#8221;</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/minha-aplicacao-perfeita-para-o-twitter-e-provavelmente-outras-redes-sociais" rel="bookmark" class="crp_title">Minha aplicaÃ§Ã£o perfeita para o twitter (e provavelmente outras redes sociais)</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/o-que-e-delicioso-pra-voce-pode-ser-pra-mim-tambem" rel="bookmark" class="crp_title">O que Ã© delicioso pra vocÃª, pode ser pra mim tambÃ©m</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/extensao-delicious-firefox" rel="bookmark" class="crp_title">ExtensÃ£o del.icio.us para o firefox</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/quem-nao-entende-a-web-que-levante-a-mao-e-bloqueie-o-firefox" rel="bookmark" class="crp_title">Quem nÃ£o entende a web que levante a mÃ£o e bloqueie o firefox</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/links" rel="bookmark" class="crp_title">Entendendo os links e links simbÃ³licos</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/conteudo-no-site-dos-outros-bino-e-uma-cilada" rel="bookmark" class="crp_title">ConteÃºdo no site dos outros. Bino, Ã© uma cilada?</a></li></ul></div>    ]]></description>
    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/twitter-e-os-links-com-nofollow-ou-twitter-a-nova-wikipedia/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>SMX SÃ£o Paulo 2008: um erro puxa o outro, que puxa o outro&#8230;</title>
    <link>http://brunotorres.net/smx-sao-paulo-2008-um-erro-puxa-o-outro-que-puxa-o-outro</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2008-08-11:/866196b5912e8d58052da8986efca19c</guid>
    <pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:00:25 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Nos dias 7 e 8 de agosto aconteceu a primeira ediÃ§Ã£o do <a href="http://www.searchmarketingexpo.com/">SMX</a> (<em><span lang="en">Search Marketing Expo<span></span></span></em>) no Brasil, o <a href="http://www.searchmarketingexpo.es/smx-saopaulo/2008/">SMX SÃ£o Paulo</a>. O SMX jÃ¡ aconteceu em diversos paÃ­ses e Ã© um dos maiores (talvez o maior) eventos sobre o tema.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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</div></div><!--<a name="post-content"></a>-->

<p>Eu tive o prazer de participar da ediÃ§Ã£o <a href="http://searchmarketingexpo.com/advanced/">Advanced</a> do evento em Seattle em julho desse ano e Ã© inevitÃ¡vel fazer comparaÃ§Ãµes com a ediÃ§Ã£o aqui de SÃ£o Paulo.</p>
<p>Confesso que nÃ£o tinha grandes expectativas e, na verdade, sÃ³ fui lÃ¡ porque o &#8220;patrÃ£o&#8221; pagou. Quem pagou 800 pratas (ou, pior, 1300 no caso dos atrasildos) para participar deve estar arrancando os cabelos, pois fizeram apenas um investimento altÃ­ssimo em networking.</p>
<p>Enfim, abaixo vÃ£o as minhas consideraÃ§Ãµes sobre o SMX SÃ£o Paulo (ou SÃ£o Paolo, como dizia um dos slides da apresentaÃ§Ã£o padrÃ£o que ficava rolando entre uma sessÃ£o e outra).</p>
<div class="center">
<img src="http://brunotorres.net/i/smx/smx-sao-paolo.jpg" alt="foto do slide dizendo SMX SÃ£o Paolo"/><span class="center">Foto original de <a href="http://flickr.com/photos/parisneto/2740670997/">parisneto</a></span>
</div>
<p><em><span lang="en">Long story</span></em> short, o evento foi uma grande falha. Ok, vocÃªs jÃ¡ estÃ£o pensando, lÃ¡ vem o Bruno, reclama de tudo, era melhor continuar sem postar e bla bla bla, mas Ã© verdade. Falha atrÃ¡s de falha marcaram essa ediÃ§Ã£o do SMX. Vamos a algumas das mais notÃ¡veis:</p>
<h3>Brindes do evento: falta e baixa qualidade</h3>
<p>Eu cheguei tarde no primeiro dia, por conta de um curso que tive no trabalho. Cheguei no <a href="http://www.hotelunique.com.br/">hotel Unique</a> por volta das 12:30 e a menina do balcÃ£o de credenciamento nÃ£o tinha nem sacola, nem caderno, caneta, em suma, nada pra me entregar. Entregou apenas um crachÃ¡ (sem meu nome) e pronto.</p>
<p>Disseram que a organizaÃ§Ã£o esperava algo em torno da metade do pÃºblico que compareceu ao evento, mas, ora bolas, todos (com poucas exceÃ§Ãµes) se inscreveram e pagaram para participar do evento e, portanto, tinham o direito de receber o mesmo material ou pelo menos um material diferente mas equivalente em qualidade e utilidade. Subdimensionou? Problema seu, se vira, vai na 25 de marÃ§o, sei lÃ¡, dÃ¡ teu jeito, malandro.</p>
<p>Em Seattle ganhamos uma mochila (que eu estou usando direto e neguinho lÃ¡ no SMX SP ficou me perguntando como eu tinha conseguido) que sozinha jÃ¡ vale mais que a sacolinha fuleira com logo da <a href="http://www.puntofox.com/portugues/">.FOX</a>, caderno e caneta do <a href="http://www.uol.com.br/">UOL</a>, revista sei lÃ¡ qual e uma pequena pilha de folders promocionais de sei lÃ¡ quem que entregaram por aqui.</p>
<h3>Falta de comida</h3>
<p>Como jÃ¡ disse, no primeiro dia cheguei lÃ¡ por volta da hora do almoÃ§o. Fui direto para o espaÃ§o onde este estava sendo servido e qual nÃ£o foi minha surpresa ao descobrir que&#8230; nÃ£o tinha almoÃ§o. O que serviram foi um monte de pÃ£ezinhos, biscoitinhos, sanduichinhos, docinhos e um monte de outros *inhos que nÃ£o encheram a barriga de ninguÃ©m.</p>
<p>Os coffee breaks do primeiro dia foram, pelo menos, decentes.</p>
<p>JÃ¡ no segundo dia obviamente nÃ£o encarei o &#8220;almoÃ§o&#8221;, preferi ir almoÃ§ar num restaurante bem bonzinho ali perto, na boa companhia de <a href="http://www.tecnocracia.com.br/">Manoel Netto</a>, <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/">FÃ¡bio Seixas</a>, <a href="http://brasigo.com.br/usuario/bruno">Bruno Alves</a> (nÃ£o <a href="http://www.brpoint.net/">aquele</a>), meus camaradas do UOL que nÃ£o tÃªm URL (<em>ed. <a href="http://www.aaprendiz.com/">A Luisa tem URL</a></em>), Leonardo GalvÃ£o (do <a href="http://www.mercadolivre.com.br/">ML</a>) e talvez mais alguÃ©m de quem nÃ£o me lembro agora (desculpe).</p>
<div class="center">
<img src="http://brunotorres.net/i/smx/galera-do-almoco.jpg" alt="Galera do almoÃ§o"/><span class="center">Foto original do <a href="http://flickr.com/photos/marketingdebusca/2747295712/">Paulo</a>, do <a href="http://www.marketingdebusca.com.br/">Marketing de busca</a></span>
</div>
<p>Depois de servido o &#8220;almoÃ§o&#8221;, acreditem, nada mais serviram. Berenice, segura, nÃ³s vamos cair&#8230; de fome. Saco vazio nÃ£o pÃ¡ra em pÃ©, disso todo mundo sabe, menos o pessoal da organizaÃ§Ã£o do SMX SP.</p>
<p>E eu nÃ£o estou brincando. O segundo coffee break teve apenas cafÃ© e suquinho e o &#8220;cocktail&#8221; de encerramento sÃ³ teve cerveja (bohemia, pelo menos), sucos e refrigerantes. Nada sÃ³lido, nada pra pelo menos encarar mais de 8 horas de jejum.</p>
<p>Pagar 800 pratas com rango incluso e nÃ£o ter rango Ã© um absurdo tÃ£o grande que dÃ¡ pra imaginar que tenha sido uma piada de mal gosto ou algo assim.</p>
<p>Mais uma vez comparando, no SMX Advanced tivemos almoÃ§o nos dois dias (almoÃ§o de verdade, com arroz, macarrÃ£o, carne, salada, etc.), cerveja (de vÃ¡rios tipos, Ã  sua escolha) tambÃ©m nos dois dias e com fartura, cafÃ© e &#8220;quitutes&#8221; o dia inteiro, etc. e tal. E o evento de lÃ¡ custou 1300 dolÃ¡res, que pode ser tido como equivalente ao preÃ§o daqui, levando em conta a diferenÃ§a em termos de bala na agulha dos profissionais nos dois paÃ­ses.</p>
<div class="center">
<img src="http://brunotorres.net/i/smx/smx-advanced-cervejas.jpg" alt="BalcÃ£o de bebidas na festinha do SMX Advanced em Seattle"/><span class="center">Conte comigo: uma, duas, trÃªs marcas de cerveja diferentes. Essa foi uma festinha antes do evento, durante ainda tinha mais uma marca que eu nÃ£o conhecia, alÃ©m de Heineken.</span>
</div>
<h3>Falta de palestras avanÃ§adas</h3>
<p>Havia duas salas com palestras simultÃ¢neas. Uma era chamada &#8220;Business &#038; IntermediÃ¡rio&#8221; e a outra &#8220;SEO &#038; Analytics&#8221;. Passei a maior parte do tempo nesta Ãºltima, que era chamada por 99% dos presentes de &#8220;avanÃ§ada&#8221;.</p>
<p>Assisti a algumas palestras na primeira sala e posso dizer que teve bastante business, porque era jabÃ¡ pra todo lado e nada Ã© mais &#8220;business&#8221; do que jabÃ¡. Mas nÃ£o teve nada de intermediÃ¡rio. Teve sim muita coisa bÃ¡sica, o chamado bÃ¡sico do bÃ¡sico, o bÃª-a-bÃ¡.</p>
<p>No track &#8220;SEO &#038; Analytics&#8221; o que vimos foi algo um pouco menos bÃ¡sico do que o bÃ¡sico do bÃ¡sico, mas, ainda assim, muito bÃ¡sico. Teve palestrante falando besteira (cadÃª o Bruno Alves &#8212; agora sim, <a href="http://www.brpoint.net/">aquele</a> &#8211;, por exemplo, pra fazer uma palestra realmente avanÃ§ada com conhecimento de causa numa hora dessas, minha gente?), gente perguntando besteira e o palestrante respondendo com mais besteira ainda; teve gente fazendo jabÃ¡ &#8212; aliÃ¡s, os trÃªs primeiros slides de cada apresentaÃ§Ã£o eram, em geral, jabÃ¡; teve muita coisa, mas nada, nada mesmo, minimamente avanÃ§ado.</p>
<p>A melhor palestra a que assisti foi de um gringo falando de coleiras eletrÃ´nicas pra cachorro. NÃ£o foi avanÃ§ada, nÃ£o teve nada de novo, mas o cara mandou bem, mostrou o trabalho que tem feito, mostrou detalhes do trabalho, inclusive, teve bom humor. O resto, sinceramente, foi completamente descartÃ¡vel, salvo raras exceÃ§Ãµes.</p>
<p>Os keynotes (nÃ£o assisti a todos) foram, no geral, melhores que as palestras, digamos, normais. Mas bem naquele esquema de discurso corporativo e poucas perguntas realmente respondidas da maneira que se esperava.</p>
<p>Vou fazer um esforÃ§o pra fazer um post em seguida dissecando as palestras que assisti, mas nÃ£o contem com isso, dada a minha recente longa ausÃªncia por aqui.</p>
<p>Como eu disse lÃ¡ em cima, minha expectativa era baixa, mas nÃ£o tÃ£o baixa assim.</p>
<p>O evento teve, com certeza, mais problemas ainda, que eu, ou nÃ£o percebi, ou nÃ£o estou com vontade de escrever aqui para tornar esse post ainda mais longo e chato. Fiquem Ã  vontade para falar sobre eles nos comentÃ¡rios. E se vocÃª acha que teve algo de bom (alÃ©m do networking, porque, pelo amor de deus, jÃ¡ deu no saco essa coisa de que &#8220;ah, foi bom pelo networking, foi bom pelas pessoas&#8221;), sinta-se convidado a deixar seu comentÃ¡rio tambÃ©m.</p>
<p>No prÃ³ximo ano, se tiver SMX de novo, vou ter mais critÃ©rio na hora de fazer a empresa gastar uma fatiazinha do budget pra me mandar pra lÃ¡. Nessa ediÃ§Ã£o, seria muito mais produtivo e rentÃ¡vel ter ido trabalhar, sinceramente.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia tambÃ©m:</h3><ul><li><a href="http://brunotorres.net/barcamp-sao-paulo-eu-fui" rel="bookmark" class="crp_title">Barcamp SÃ£o Paulo. Eu fui</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/seminario-info-de-marketing-de-busca-ou-casa-de-ferreiro" rel="bookmark" class="crp_title">SeminÃ¡rio Info de Marketing de busca [ou "casa de ferreiro..."]</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/como-foi-o-waiu-e-porque-nao-fui-na-casper" rel="bookmark" class="crp_title">Como foi o W.A.I.U. e porque nÃ£o fui na CÃ¡sper</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/usa-windows-nao-deixe-de-comprar-o-enter-automatic-appertator" rel="bookmark" class="crp_title">Usa Windows? NÃ£o deixe de comprar o Enter Automatic Appertator!</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/campanha-em-favor-de-feeds-com-posts-completos" rel="bookmark" class="crp_title">Campanha em favor de feeds com posts completos</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/10-ewd-impressoes" rel="bookmark" class="crp_title">10Âº Encontro de Web Design: The good, the bad and the ugly</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/links" rel="bookmark" class="crp_title">Entendendo os links e links simbÃ³licos</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/sobre-a-serie-o-basico-da-web" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre a sÃ©rie &#8220;O bÃ¡sico da web&#8221;</a></li></ul></div>    ]]></description>
    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/smx-sao-paulo-2008-um-erro-puxa-o-outro-que-puxa-o-outro/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>BlogBits Podcast #9: Ressurgindo das cinzas</title>
    <link>http://brunotorres.net/blogbits-podcast-9-ressurgindo-das-cinzas</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2008-04-08:/76652fff98abc9826d2c9ee7aa2d6e02</guid>
    <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 05:06:01 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[blogbits]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[podcasting]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Publicamos ontem o <a href="http://blogbits.com.br/arquivo/blogbits-podcast-9-espaco-publicitario-incentivos-mimos-e-compra-de-opinioes">BlogBits podcast #9</a>, depois de quase dois anos de inatividade.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Pra quem nÃ£o se lembra, o <a href="http://blogbits.com.br/">BlogBits</a> era um podcast sobre tecnologia feito por <a href="http://www.tableless.com.br/">Diego Eis</a>, <a href="http://www.mobilelife.com.br/">Rigonatti</a>, <a href="http://www.digitalminds.com.br/">Danilo Medeiros</a>, <a href="http://www.guileite.com/">Gui Leite</a>, <a href="http://www.meiobit.com/">Leo Faoro</a> e, ocasionalmente, o <a href="http://elcio.com.br/">Ã‰lcio</a>. AlÃ©m de mim, claro. Por motivos diversos acabamos abandonando o projeto, mas agora estamos bem afim de voltar Ã  ativa (mas, claro, vocÃª nÃ£o precisa acreditar).</p>
<p>Pegamos o gancho de uma <a href="http://twemes.com/safariurbano">discussÃ£o que rolou no twitter</a> sobre uma <a href="http://www.simviral.com/2008/04/safari-urbano-para-o-celular-lg-viewty-faz-barulho-na-rede/">aÃ§Ã£o da LG</a> que convidou uns 20 blogueiros para fazer um &#8220;safari urbano&#8221;, que consistiu de um passeio de helicÃ³ptero; um jogo do SÃ£o Paulo no morumbi, na sala VIP; comida, chopp e outras bebidas pagas pela <a href="http://www.lge.com.br/">LG</a>; e, pra finalizar, um <a href="http://br.lge.com/md/product/prodcategorylist.do?actType=detail&#038;currPage=1&#038;categoryId=0000060102&#038;parentCategoryId=0000000601&#038;categoryLevel=4&#038;productId=1100001995">celular Ãºltimo modelo da LG</a>, iPhone-like, cheio de frescuras, de graÃ§a pra cada um dos participantes.</p>
<p>A discussÃ£o foi sobre como a opiniÃ£o dos blogueiros e, mais importante, dos leitores desses blogueiros, poderia ser influenciada pelos &#8220;mimos&#8221; dados pela empresa. Claro que esse nÃ£o era o tema perfeito para a volta do BlogBits, mas como nos juntamos e estÃ¡vamos na onda de fazer, fizemos e, acho eu, valeu muito a pena.</p>
<p>Nessa ediÃ§Ã£o participaram, alÃ©m dos sÃ³cio-fundadores <a href="http://www.tableless.com.br/">Diego</a>, <a href="http://www.mobilelife.com.br/">Rigonatti</a> e este que vos fala, o <a href="http://www.marcogomes.com/">Marco Gomes</a>, magnata do <a href="http://boo-box.com/">marketing contextual</a> no mundo e, quissÃ¡, no universo, e o <a href="http://www.twitter.com/garradini">Garradini</a>, que eu nÃ£o conhecia, mas que tem uma <a href="http://www.rawsolucoes.com.br/">empresa de informÃ¡tica</a> e que parece ser muito gente fina, pois prometeu pagar uma rodada de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Maredsous_beer#Maredsous">cerveja belga</a> pros participantes do podcast <img src='http://brunotorres.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>A discussÃ£o foi boa, a bagunÃ§a foi a mesma de sempre &#8212; e, claro, nÃ£o poderia faltar, pois BlogBits sem bagunÃ§a Ã© igual namorar sem beijar. Portanto, se vocÃª Ã© um dos milhares de fÃ£s saudosos do BlogBits, vÃ¡ lÃ¡ conferir essa <a href="http://blogbits.com.br/arquivo/blogbits-podcast-9-espaco-publicitario-incentivos-mimos-e-compra-de-opinioes">nova ediÃ§Ã£o</a> que vocÃª vai gostar. E se vocÃª nÃ£o conhecia o <a href="http://blogbits.com.br/">BlogBits</a>, estÃ¡ na hora de conhecer, pra nÃ£o ficar aÃ­, excluÃ­do.</p>
<p>O programa foi gravado usando o <a href="http://www.goteamspeak.com/">TeamSpeak</a> que provou nÃ£o ser a melhor ferramenta pro trabalho. NÃ³s sempre o usamos pois, na Ã©poca de ouro do BlogBits, o <a href="http://www.skype.com/">Skype</a> nÃ£o gravava as conversas. Como hoje a coisa mudou, prometemos que a prÃ³xima ediÃ§Ã£o serÃ¡ gravada no Skype e terÃ¡ uma qualidade de Ã¡udio menos ruim.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia tambÃ©m:</h3><ul><li><a href="http://brunotorres.net/nasce-blogbits" rel="bookmark" class="crp_title">Nasce finalmente o BlogBits</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/blogbits-podcast-8-microformatos-e-semantica" rel="bookmark" class="crp_title">Blogbits podcast #8: Microformatos e semÃ¢ntica</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/blogbits-podcast-3" rel="bookmark" class="crp_title">BlogBits Podcast #3 &#8211; destaque: Democracy Player</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/blogbits-podcast-7" rel="bookmark" class="crp_title">Blogbits Podcast #7: Spam, anÃºncios, acessibilidade, etc</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/digitalminds-programacao-orientada-a-gnomos" rel="bookmark" class="crp_title">Digitalminds &#8211; programaÃ§Ã£o orientada a gnomos</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/minha-terra-tem-blogueiros-que-nao-sabem-conversar" rel="bookmark" class="crp_title">Minha terra tem blogueiros, que nÃ£o sabem conversar</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/eu-tableless" rel="bookmark" class="crp_title">Me entrevistaram no Tableless!</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/podcast-tableless-10" rel="bookmark" class="crp_title">Podcast Tableless #10</a></li></ul></div>    ]]></description>
    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/blogbits-podcast-9-ressurgindo-das-cinzas/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>SeminÃ¡rio Info de Marketing de busca [ou &quot;casa de ferreiro...&quot;]</title>
    <link>http://brunotorres.net/seminario-info-de-marketing-de-busca-ou-casa-de-ferreiro</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2008-04-05:/2612b106af1ed709ccfd6f1189b77282</guid>
    <pubDate>Sat, 05 Apr 2008 17:59:44 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Ontem alguÃ©m no trabalho me enviou um email falando de um <a href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/evento/">evento da Info sobre marketing de busca</a>. Eu jÃ¡ tinha visto algo sobre o evento em alguns lugares por aÃ­, mas nÃ£o tinha dado atenÃ§Ã£o &#8212; embora eu trabalhe nesse mercado &#8212; porque sei que esses eventos nÃ£o costumam valer muita coisa.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Mas dessa vez resolvi clicar no link e dar uma olhada. Fui direto na pÃ¡gina da <a href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/programacao/">programaÃ§Ã£o do evento</a> e aÃ­ entendi que eu estava certo ao nÃ£o ter dado a mÃ­nima atenÃ§Ã£o ao evento antes. O site Ã© um Ã³timo exemplo do que nÃ£o se deve fazer em otimizaÃ§ao para buscas.</p>
<p>DÃ¡ uma olhadinha na <a href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/programacao/">pÃ¡gina</a>. Sei que vocÃª tem <a href="http://getfirefox.com/">firefox</a> com <a href="http://chrispederick.com/work/web-developer/">web developer toolbar</a>, entÃ£o desabilita as imagens e depois o CSS. Isso mesmo, sÃ³ sobram o tÃ­tulo, o menu, os links para patrocinadores e um link para inscriÃ§Ã£o. O conteÃºdo mesmo estÃ¡ em uma grande imagem, e o melhor, sem texto no ALT.</p>
<p>Sobre o evento em si, nÃ£o diria que nÃ£o vale a pena ir. Esses eventos costumam ser um Ã³timo lugar para fazer networking, conhecer pessoas interessantes do mercado, prospectar clientes, etc e tal. Eu iria, mas sÃ³ se fosse de graÃ§a. Pagar 730 pratas apenas para networking Ã© contra a minha religiÃ£o.</p>
<p>Se vocÃª estiver interessado no evento, mesmo sabendo que custa absurdas 730 pratas, segue uma lista das palestras, comentadas por mim:</p>
<ul>
<li><strong>A publicidade segundo o Google</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/1/b45/3b7">Alexandre Hohagen</a>, presidente do <a href="http://www.google.com/">Google</a> Brasil</strong><br />
O cara Ã© muito bom, estÃ¡ nesse mercado hÃ¡ muito tempo, jÃ¡ foi VP no <a href="http://www.uol.com.br/">UOL</a>, etc. Mas ouvir um presidente (ou country manager) falando nÃ£o Ã© a mesma coisa que ouvir um <a href="http://www.mattcutts.com/blog/">Matt Cutts</a> (eu vou assistir a um keynote dele no <a href="http://searchmarketingexpo.com/advanced/">SMX Advanced</a>, morram de inveja). Provavelmente vai ser um discurso corporativo e nÃ£o muito mais que isso. Assista se vocÃª Ã© gerente de marketing online de alguma empresa que compra mÃ­dia com o Google e quer tentar uma chance de falar diretamente com o cara.</li>
<li><strong>Resultados no estilo Yahoo</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/0/126/925">Guilherme Ribenboim</a>, presidente do <a href="http://www.yahoo.com.br/">Yahoo!</a> Brasil</strong><br />
o mesmo comentÃ¡rio sobre o palestrante anterior se aplica. A diferenÃ§a Ã© que o Yahoo! nÃ£o Ã© assim tÃ£o bom em dar resultados, entÃ£o modere suas espectativas.</li>
<li><strong>SEO e SEM: O que funciona e o que nÃ£o funciona na web</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/0/151/a74">Martha Gabriel</a> &#8211; Diretora de tecnologia da New Media Design</strong><br />
NÃ£o a conheÃ§o, mas nÃ£o consegui <a href="http://www.google.com.br/search?q=New+Media+Design&#038;pws=0&#038;hl=pt-BR&#038;rls=org.mozilla:pt-BR:official&#038;client=firefox-a">encontrar o site da empresa no google</a>, entÃ£o nÃ£o esperaria muito.<br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/in/marcelosantiago">Marcelo Sant&#8217;Iago</a> &#8211; Diretor da <a href="http://www.midiaclick.com.br/">MÃ­dia Click</a></strong><br />
NÃ£o o conheÃ§o, nÃ£o posso comentar muita coisa, mas como Ã© o primeiro dos listados atÃ© agora que tem a URL do perfil do LinkedIn customizada com seu nome, causou uma boa primeira impressÃ£o. No mais, eu esperaria um pouco de discurso corporativo, mas provavelmente menos do que as do G e Y!.<br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/0/234/409">Alexandre Kavinski</a> &#8211; Diretor da <a href="http://www.midiadigital.com.br/">MÃ­dia Digital</a></strong><br />
A julgar pela experiÃªncia que ele acumulou na HotList e pelo conhecimento que parece ter tanto sobre busca orgÃ¢nica quanto busca paga, acredito que valha a pena escutar o que ele tem pra dizer. A nÃ£o ser que venha com discurso corporativo&#8230;
</li>
<li><strong>Cases de sucesso &#8212; O poder dos links patrocinados</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/in/luciotp">LÃºcio Pereira</a>, gerente de e-business da <a href="http://www.sony.com.br/">Sony</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/0/334/2b0">Fernando Costa</a>, diretor de vendas de assinaturas da <a href="http://abril.uol.com.br/">Editora Abril</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/6/91b/525">Rafael Rossi</a>, Gerente de Marketing Institucional da <a href="http://www.rossiresidencial.com.br/">Construtora Rossi</a></strong><br />
&#8220;A gente anunciou no adwords e o sol comeÃ§ou a brilhar diferente, as estrelas pareciam mais brilhantes,  atÃ© o rio TietÃª pareceu cheiroso&#8230;&#8221;. SÃ©rio, vocÃª jÃ¡ ouviu isso milhÃµes de vezes, duvido que adicione alguma coisa, atÃ© porque provavelmente nÃ£o vai rolar nada muito tÃ©cnico sobre como as campanhas sÃ£o gerenciadas, etc e tal.
</li>
<li><strong>O papel dos portais no marketing de busca</strong><br />
<strong>Paulo de Castro, presidente do <a href="http://www.terra.com.br/">Terra</a> e do <a href="http://www.iab.org.br/">IAB</a></strong><br />
Discurso corporativo.</li>
<li><strong>AlÃ©m do marketing de busca: outras formas efetivas de publicidade na internet</strong><br />
<strong>Osvaldo Barbosa, country manager do grupo de serviÃ§os online da <a href="http://www.microsoft.com.br/">Microsoft</a></strong><br />
Discurso corporativo. As outras formas de publicidade que ele vai apresentar: banners no MSN, abinhas do Live messenger, banners no hotmail e por aÃ­ vai&#8230;</li>
<li><strong>A experiÃªncia das empresas &#8212; A internet a serviÃ§o das grandes marcas</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/6/536/233">Gustavo Siemsen</a>, diretor de marketing da <a href="http://pepsi.com.br/">Pepsi Brasil</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/0/164/3a4">JoÃ£o Ciaco</a>, diretor de marketing da <a href="http://www.fiat.com.br/">Fiat</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/pub/7/3ab/94b">MaurÃ­cio Greco</a>, gerente de comunicaÃ§Ã£o de marketing da <a href="http://www.ford.com.br/">Ford</a></strong><br />
<strong>Luca Cavalcante, diretor de marketing do <a href="http://www.bradesco.com.br/">Bradesco</a></strong><br />
Posso estar errado, mas daqui nÃ£o sai nada realmente relevante sobre marketing de busca.
</li>
<li><strong>Benchmark em comÃ©rcio eletrÃ´nico &#8212; A fÃ³rmula certa em funÃ§Ã£o do produto</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/in/romero">Romero Rodrigues</a>, presidente do <a href="http://buscape.com.br/">BuscapÃ©</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/in/stelleotolda">Stelleo Tolda</a>, presidente do <a href="http://www.mercadolivre.com.br/">Mercado Livre</a></strong><br />
Aqui estÃ£o os presidentes das duas empresas que, hoje, dominam os espaÃ§os de busca orgÃ¢nica e paga no Google. Na minha opiniÃ£o, pegue seu copo de cafÃ©, seu notebook, sente e anote tudo que eles disserem. Se nÃ£o vierem com discurso corporativo, vai ser o ponto alto do evento, a palestra que vai salvar suas 730 pratas. Ou seja, mesmo que as palestras anteriores sejam uma porcaria, nÃ£o vÃ¡ embora, espere pra ouvir o que esses caras tÃªm pra dizer.
</li>
<li><strong>Marketing de busca e branding</strong><br />
<strong><a href="http://www.linkedin.com/in/pcabral">Pedro Cabral</a>, presidente da <a href="http://www.agenciaclick.com.br/">AgÃªnciaClick</a></strong><br />
<strong>Walter Longo, VP de estratÃ©gia e planejamento da <a href="http://yr.updateordie.com/">Y&#038;R</a></strong><br />
NÃ£o tenho certeza, mas chutaria que o que vai rolar mesmo Ã© discurso corporativo.
</li>
</ul>
<p>Notaram a falta de palestras focadas especificamente em busca orgÃ¢nica? Mais um motivo pra nÃ£o confiar muito no evento. Os caras acham que marketing de busca Ã© sinÃ´nimo de busca paga (e links patrocinados).</p>
<p>Ã‰ isso aÃ­. Na minha opiniÃ£o, o evento nÃ£o vale o quanto custa. Se a empresa onde trabalho pagar a entrada (ou alguÃ©m me descolar um convite &#8220;na faixa&#8221;, como dizem aqui em SÃ£o Paulo), Ã© provÃ¡vel que eu apareÃ§a por lÃ¡. Do contrÃ¡rio, tÃ´ fora.</p>
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    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/seminario-info-de-marketing-de-busca-ou-casa-de-ferreiro/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>Particionamento de disco</title>
    <link>http://brunotorres.net/particionamento-disco</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2004-05-27:/d1a8954977113b553cb25a3e4c0c5dfd</guid>
    <pubDate>Tue, 18 Mar 2008 14:33:59 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[gnulinux]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Para complementar o artigo sobre instalaÃ§Ã£o do Debian, vamos ver aqui um pouco sobre particionamento de discos. Esse artigo servirÃ¡ nÃ£o sÃ³ para a instalaÃ§Ã£o do Debian, mas para qualquer outro sistema operacional.<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Quando vocÃª compra um HD, ele nÃ£o vem preparado para receber dados. Para isso, ele precisa ser particionado. Ao contrÃ¡rio do que algumas pessoas pensam, nÃ£o Ã© necessÃ¡rio particionar o disco apenas quando se deseja ter mais de uma unidade em um disco sÃ³. Mesmo que vocÃª queira apenas uma, Ã© necessÃ¡rio criar uma partiÃ§Ã£o.</p>
<ul>
<li><a href="http://brunotorres.net/particionamento-disco#oqueeh">O que Ã© uma partiÃ§Ã£o</a></li>
<li><a href="http://brunotorres.net/particionamento-disco#tipos">Tipos de partiÃ§Ã£o</a></li>
<li><a href="http://brunotorres.net/particionamento-disco#winxlinux">DiferenÃ§as entre DOS/Windows e GNU/Linux</a></li>
<li><a href="http://brunotorres.net/particionamento-disco#particionando">Particionando o disco</a></li>
</ul>
<h3 id="oqueeh">O que Ã© uma partiÃ§Ã£o</h3>
<p>Uma partiÃ§Ã£o Ã© um espaÃ§o do disco que se destina a receber um sistema de arquivos &#8211; ou, em um caso particular que veremos adiante, outras partiÃ§Ãµes.<br />
Em sistemas DOS/Windows, cada partiÃ§Ã£o recebe uma letra de unidade (C:, D:, etc). Em linux o esquema Ã© diferente. As partiÃ§Ãµes sÃ£o nomeadas da seguinte forma: nome do dispositivo + nÃºmero de partiÃ§Ã£o.<br />
Assim, a primeira partiÃ§Ã£o do primeiro disco IDE (/dev/hda) se chamarÃ¡ /dev/hda1, a segunda /dev/hda2 e assim por diante.<br />
Cada disco deve ter no mÃ­nimo uma e no mÃ¡ximo 16 partiÃ§Ãµes.</p>
<h3 id="tipos">Tipos de partiÃ§Ãµes</h3>
<p>Existem trÃªs tipos possÃ­veis de partiÃ§Ãµes: primÃ¡ria, estendida e lÃ³gica.</p>
<dl>
<dt id="primaria">PartiÃ§Ãµes primÃ¡rias</dt>
<dd>Este tipo de partiÃ§Ã£o contÃ©m um sistema de arquivos. Em um disco deve haver no mÃ­nimo uma e no mÃ¡ximo quatro partiÃ§Ãµes primÃ¡rias. Se existirem quatro partiÃ§Ãµes primÃ¡rias, nenhuma outra partiÃ§Ã£o poderÃ¡ existir neste disco. As partiÃ§Ãµes primÃ¡rias sÃ£o nomeadas da seguinte forma:
<ul>
<li>/dev/hda1</li>
<li>/dev/hda2</li>
<li>/dev/hda3</li>
<li>/dev/hda4</li>
</ul>
<p>Uma dessas partiÃ§Ãµes deve estar marcada como <em>ativa</em>, ou seja, marcada como &#8216;bootÃ¡vel&#8217; para que a <acronym title="Basic Input Output System">BIOS</acronym> possa iniciar a mÃ¡quina por ela.</dd>
<dt id="estendida">PartiÃ§Ã£o estendida</dt>
<dd>Isso mesmo, no singular. SÃ³ pode haver uma partiÃ§Ã£o estendida em cada disco. Uma partiÃ§Ã£o estendida Ã© um tipo especial de partiÃ§Ã£o primÃ¡ria que nÃ£o pode conter um sistema de arquivos. Ao invÃ©s disso, ela contÃ©m partiÃ§Ãµes lÃ³gicas. Se existir uma partiÃ§Ã£o estendida, ela toma o lugar de uma das partiÃ§Ãµes primÃ¡rias, podendo haver apenas trÃªs.<br />
<br />Se houver, por exemplo, trÃªs partiÃ§Ãµes no disco, sendo duas primÃ¡rias e uma estendida, o esquema de nomes ficarÃ¡ assim:
<ul>
<li>/dev/hda1 (PrimÃ¡ria)</li>
<li>/dev/hda2 (PrimÃ¡ria)</li>
<li>/dev/hda3 (Estendida)</li>
</ul>
</dd>
<dt id="logica">PartiÃ§Ãµes lÃ³gicas</dt>
<dd>TambÃ©m chamadas de unidades lÃ³gicas, as partiÃ§Ãµes lÃ³gicas residem dentro da partiÃ§Ã£o estendida. Podem haver de uma a 12 partiÃ§Ãµes lÃ³gicas em um disco. As partiÃ§Ãµes lÃ³gicas sÃ£o numeradas de 5 atÃ© 16. Em um disco contendo duas partiÃ§Ãµes primÃ¡rias, a partiÃ§Ã£o estendida e 3 partiÃ§Ãµes lÃ³gicas, o esquema seria o seguinte:
<ul>
<li>/dev/hda1 (PrimÃ¡ria)</li>
<li>/dev/hda2 (PrimÃ¡ria)</li>
<li>/dev/hda3 (Estendida)</li>
<li>/dev/hda5 (LÃ³gica)</li>
<li>/dev/hda6 (LÃ³gica)</li>
<li>/dev/hda7 (LÃ³gica)</li>
</ul>
<p>Note que, neste caso, nÃ£o hÃ¡ uma partiÃ§Ã£o nomeada como /dev/hda4, pois os numeros de 1 a 4 sÃ£o reservados para partiÃ§Ãµes primÃ¡rias e para a partiÃ§Ã£o estendida.</dd>
</dl>
<p>Perceba que, mesmo sendo 16 o numero mÃ¡ximo de partiÃ§Ãµes em um disco, apenas 15 poderÃ£o receber sistemas de arquivos, jÃ¡ que uma delas serÃ¡ estendida.</p>
<h3 id="winxlinux">DiferenÃ§as entre DOS/Windows e GNU/Linux</h3>
<p>Em sistemas DOS/Windows, as partiÃ§Ãµes serÃ£o enxergadas pelo sistema operacional como letras de unidade. As partiÃ§Ãµes primÃ¡rias e lÃ³gicas recebem, cada uma, uma letra de unidade iniciando com C (C:). A partiÃ§Ã£o estendida nÃ£o recebe uma letra de unidade jÃ¡ que nÃ£o vai receber um sistema de arquivos e nÃ£o vai ser usada para guardar dados e, por isso, nÃ£o Ã© acessÃ­vel diretamente pelo usuÃ¡rio.
</p>
<p>No linux a coisa Ã© bem diferente. O usuÃ¡rio Ã© quem controla o local onde serÃ£o <em>montadas</em> as partiÃ§Ãµes do seu disco. Isso pode parecer um tanto estranho para quem estÃ¡ acostumado com o esquema do Windows mas, se vocÃª parar pra pensar, faz bem mais sentido.
</p>
<p>Para efeito de exemplificaÃ§Ã£o, vamos imaginar um disco IDE, com 6 partiÃ§Ãµes. A primeira, primÃ¡ria, Ã© onde estÃ¡ instalado o Windows, a segunda, tambÃ©m primÃ¡ria, Ã© uma partiÃ§Ã£o windows adicional. A terceira Ã© a partiÃ§Ã£o estendida, que contÃ©m trÃªs partiÃ§Ãµes lÃ³gicas: uma onde serÃ¡ instalado o linux, a outra usada para swap e a terceira uma particÃ£o linux adicional para guardar dados do usuÃ¡rio.<br />
<br />Dessa maneira:</p>
<ul>
<li>/dev/hda1 (PrimÃ¡ria &#8211; Windows &#8211; sistema)</li>
<li>/dev/hda2 (PrimÃ¡ria &#8211; windows &#8211; adicional)</li>
<li>/dev/hda3 (Estendida)</li>
<li>/dev/hda5 (LÃ³gica &#8211; Linux &#8211; sistema de arquivos raiz)</li>
<li>/dev/hda6 (LÃ³gica &#8211; Linux &#8211; swap)</li>
<li>/dev/hda7 (LÃ³gica &#8211; Linux &#8211; adicional)</li>
</ul>
<p>No windows nÃ³s poderiamos enxergar apenas duas destas partiÃ§Ãµes, a primeira e a segunda &#8211; jÃ¡ que o windows nÃ£o reconhece partiÃ§Ãµes linux &#8211; e elas seriam apresentadas como as unidades C: e D:. Ao acessar ou gravar um arquivo no disco, vocÃª terÃ¡ que saber em qual das duas unidades o arquivo deverÃ¡ ficar.
</p>
<p>JÃ¡ no linux vocÃª poderÃ¡ enxergar todas as partiÃ§Ãµes e poderÃ¡ montar trÃªs delas (a estendida e a swap nÃ£o podem ser montadas) no seu sistema de arquivos raiz (/). A situaÃ§Ã£o seria mais ou menos a seguinte:
</p>
<p>A quarta partiÃ§Ã£o, /dev/hda5 (lÃ³gica), que Ã© onde o linux estÃ¡ instalado, serÃ¡ montada como o sistema de arquivos raiz (/), e dentro desse sistema de arquivos vocÃª irÃ¡ criar <em>pontos de montagem</em>, que sÃ£o diretÃ³rios vazios, destinados apenas para montar um outro sistema de arquivos. Ã‰ interessante ressaltar que o diretÃ³rio que serÃ¡ usado como <em>ponto de montagem</em> nÃ£o precisa, obrigatoriamente, estar vazio, mas a partir do momento que uma partiÃ§Ã£o for montada nele, seus arquivos serÃ£o escondidos e sÃ³ voltarÃ£o a ser acessÃ­veis quando ela for desmontada.</p>
<p>Usando este exemplo de particionamento, vamos criar trÃªs pontos de montagem:</p>
<ul>
<li>/mnt/win (onde serÃ¡ montada /dev/hda1, partiÃ§Ã£o primÃ¡ria onde o windows estÃ¡ instalado)</li>
<li>/mnt/winad (para montar /dev/hda2, partiÃ§Ã£o windows adicional)</li>
<li>/mnt/musicas (onde serÃ¡ montada /dev/hda7, partiÃ§Ã£o linux adicional, neste caso usada para guardar mÃºsicas)</li>
</ul>
<p>A partiÃ§Ã£o swap nÃ£o pode ser montada, pois Ã© um espaÃ§o usado pelo kernel para memÃ³ria virtual e nÃ£o com dados volÃ¡teis.<br />
Deste modo, ao invÃ©s de ter que se lembrar de letras de unidade, que nÃ£o sÃ£o nem um pouco descritivas, vocÃª poderÃ¡ usar o nome que quiser e acessar todos os sistemas de arquivos como se fossem diretÃ³rios dentro do seu sistema de arquivos raiz.<br />
<br />Para aprender como montar partiÃ§Ãµes windows no linux, leia o meu <a class="normal" href="/gnulinux/montar-ntfs-linux">artigo</a> sobre esse tema.</p>
<h3 id="particionando">Particionando o disco</h3>
<p>Agora vamos aprender como efetivamente particionar um disco.
</p>
<p>Ao particionar, vocÃª deve ter em mente 6 operaÃ§Ãµes bÃ¡sicas: listar as partiÃ§Ãµes existentes, criar uma nova partiÃ§Ã£o, deletar uma partiÃ§Ã£o, mudar o tipo de uma partiÃ§Ã£o, marcar uma partiÃ§Ã£o como ativa e gravar a tabela de partiÃ§Ãµes no disco.
</p>
<p>Vejamos como fazer isso usando trÃªs ferramentas para linux: fdisk e cfdisk.</p>
<dl>
<dt id="fdisk">Fdisk</dt>
<dd>
<p>O fdisk Ã© a ferramenta mais bÃ¡sica de particionamento. Existe uma ferramenta com o mesmo nome para DOS, nÃ£o confunda os dois. Eles sÃ£o bem diferentes. Eu nÃ£o recomendo o uso do fdisk, a nÃ£o ser que seja a Ãºnica ferramenta disponÃ­vel. NÃ£o que ele nÃ£o seja uma boa ferramenta, mas porque nele Ã© mais fÃ¡cil cometer erros, e um erro em particionamento pode causar um desastre, como perda permanente de dados em disco.</p>
<p>O fdisk Ã© uma ferramenta de linha de comando, que Ã© usado de forma interativa, ou seja, espera por comandos do usuÃ¡rio. Ã‰ usado da seguinte forma:</p>
<p><span class="prompt">[root@host] # </span><kbd>fdisk [dispositivo]</kbd></p>
<p>onde [dispositivo] Ã© o disco em questÃ£o, algo como /dev/hda.</p>
<p>ApÃ³s digitar este comando, vocÃª entra no prompt do fdisk:</p>
<p>Command (m for help):</p>
<p>Os comandos que podem ser entrados nesse prompt sÃ£o:</p>
<p><strong>a</strong> &#8211; marcar uma partiÃ§Ã£o como ativa. SerÃ¡ perguntado o nÃºmero da partiÃ§Ã£o.</p>
<p><strong>d</strong> &#8211; deletar uma partiÃ§Ã£o. SerÃ¡ perguntado o nÃºmero da partiÃ§Ã£o.</p>
<p><strong>l</strong> &#8211; lista os tipos conhecidos de sistemas de arquivos.</p>
<p><strong>m</strong> &#8211; mostra um pequeno help sobre os comandos.</p>
<p><strong>n</strong> &#8211; criar uma nova partiÃ§Ã£o. SerÃ¡ perguntado o tipo de partiÃ§Ã£o (primÃ¡ria, estendida ou lÃ³gica). Para partiÃ§Ã£o primÃ¡ria serÃ¡ perguntado o nÃºmero (1 a 4) e para lÃ³gicas serÃ¡ usado o primeiro nÃºmero disponÃ­vel. Depois serÃ¡ perguntado o nÃºmero do cilindro inicial da partiÃ§Ã£o. O prÃ³ximo disponivel serÃ¡ oferecido. Depois o cilindro final. VocÃª pode entrar com o numero do cilindro ou com o tamanho em MB, algo como +500M.</p>
<p><strong>p</strong> &#8211; mostra a tabela de partiÃ§Ãµes existente na memÃ³ria. Ela pode ser diferente da real, se houverem mudanÃ§as nÃ£o salvas.</p>
<p><strong>q</strong> &#8211; Sai sem salvar as alteraÃ§Ãµes.</p>
<p><strong>t</strong> &#8211; Muda o tipo de sistema de arquivos de uma partiÃ§Ã£o. O nÃºmero Ã© um octal. Use a opÃ§Ã£o <strong>l</strong> para exibir as opÃ§Ãµes possÃ­veis.<br /><strong>w</strong> &#8211; Gravar a tabela de partiÃ§Ãµes no disco. Nenhuma mudanÃ§a serÃ¡ salva atÃ© vocÃª dar este comando.</p>
</dd>
<dt id="cfdisk">Cfdisk</dt>
<dd>O cfdisk Ã© um front-end para o fdisk, baseado em curses (interface texto com menus navegÃ¡veis).<br />
Nesta ferramenta vocÃª tem todas as opÃ§Ãµes que vocÃª tem no fdisk sÃ³ que com uma interface mais agradÃ¡vel. Use as setas de direÃ§Ã£o [para cima] e [para baixo] para navegar pelas partiÃ§Ãµes e as setas [direita] e [esquerda] para navegar entre as opÃ§Ãµes do menu.</dd>
</dl>
<p>Existem outras ferramentas para particionamento, mas o funcionamento Ã© similar. Existem algumas como o QTParted que tem interface grÃ¡fica e tem uma operaÃ§Ã£o bem mais simples.<br />
Se vocÃª entender os conceitos bÃ¡sicos sobre partiÃ§Ãµes, a ferramenta usada nÃ£o vai importar muito.<br />
<br />Como sempre, qualquer dÃºvida me mande um e-mail, para <a class="normal" href="mailto:&#098;&#114;&#117;&#110;&#111;&#064;&#098;&#114;&#117;&#110;&#111;&#116;&#111;&#114;&#114;&#101;&#115;&#046;&#110;&#101;&#116;">&#098;&#114;&#117;&#110;&#111;&#064;&#098;&#114;&#117;&#110;&#111;&#116;&#111;&#114;&#114;&#101;&#115;&#046;&#110;&#101;&#116;</a></p>
<div id="crp_related"><h3>Leia tambÃ©m:</h3><ul><li><a href="http://brunotorres.net/montar-ntfs-linux" rel="bookmark" class="crp_title">Como montar partiÃ§Ãµes NTFS no linux</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/escrita-particoes-ntfs-linux-captive" rel="bookmark" class="crp_title">Suporte a escrita em partiÃ§Ãµes NTFS no Linux com o Captive</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/instalar-debian" rel="bookmark" class="crp_title">InstalaÃ§Ã£o do Debian GNU/Linux</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/compilar-kernel26" rel="bookmark" class="crp_title">Como compilar o kernel 2.6</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/links" rel="bookmark" class="crp_title">Entendendo os links e links simbÃ³licos</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/pipes-redirecionamentos" rel="bookmark" class="crp_title">Usando pipes e redirecionamentos no linux</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/filtros-texto-dois" rel="bookmark" class="crp_title">Filtros p/ processamento de texto em linux &#8211; Parte 2</a></li><li><a href="http://brunotorres.net/filtros-texto-um" rel="bookmark" class="crp_title">Filtros p/ processamento de texto em Linux &#8211; Parte 1</a></li></ul></div>    ]]></description>
    <wfw:commentRss>http://brunotorres.net/particionamento-disco/feed</wfw:commentRss>
  </item>
  <item>
    <title>Twitter: Qual a graÃ§a?</title>
    <link>http://brunotorres.net/twitter-qual-a-graca</link>
    <guid isPermaLink="false">tag:brunotorres.net,2007-08-12:/16a06adb9eccec9f6073a96415be332a</guid>
    <pubDate>Mon, 03 Mar 2008 23:08:28 GMT</pubDate>
    <dc:creator>Bruno Torres</dc:creator>
    		<category><![CDATA[web]]></category>

		<description><![CDATA[
      <p>Mais uma vez estou eu aqui pra falar mal ou dizer que nÃ£o entendo a graÃ§a de alguma coisa. Eu sei, Ã© chato. Mas, alguÃ©m, por favor, poderia me explicar qual a graÃ§a desse tal de <a href="http://twitter.com/">Twitter</a>?<!--<a id="gotocontentlink" href="#post-content">Pular anúncios</a>--><div class="adpostsearch">
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<p>Eu acho que estou ficando velho precocemente, sÃ³ pode ser, porque deve ter alguma coisa de bom nesse negÃ³cio. Deve ser divertido, deve trazer algum benefÃ­cio que eu ainda nÃ£o consegui sacar.</p>
<p>Acho que o problema deve ser realmente comigo. Principalmente quando vejo caras como o <a href="http://crisdias.com/">Cris Dias</a>, um cara antenado, blogueiro das antigas, cujo blog eu adoro acompanhar, <a href="http://www.crisdias.com/2007/08/12/micro-blogging/">aderir a essa onda</a> e tudo que eu consigo pensar Ã© &#8220;que pena, que saco. Ou eu assino mais um feed do cara ou entÃ£o vou ficar por fora de um monte de coisa legais que ele escreve&#8230;&#8221;</p>
<p>E alÃ©m do Cris tem vÃ¡rios outros bons blogueiros, brasileiros e gringos, &#8220;microblogando&#8221; usando o Twitter e outros sisteminhas similares. LamentÃ¡vel para mim, como leitor chato e ranzinza que sou.</p>
<p><a href="http://twitter.com"><img src="http://brunotorres.net/i/twitter.png"></p>
<p>O que pode ter de legal em um sisteminha de &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Micro-blogging"><em>micro-blogging</em></a>&#8220;, limitado, em que vocÃª nÃ£o pode colocar imagens, onde todos os links tem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nofollow">nofollow</a>, onde vocÃª sÃ³ pode escrever uma quantidade muito pequena de caracteres por post e que tem sabe-se lÃ¡ quantas outras limitaÃ§Ãµes? Ã‰ o conceito de minimalismo aplicado ao extremo de uma forma que eu nÃ£o consigo encontrar outra palavra senÃ£o &#8220;chato&#8221; para descrever.</p>
<p>Enfim, eu nÃ£o vou usar essa porcaria, a nÃ£o ser que vocÃªs, meus leitores, me expliquem direitinho porque esse negÃ³cio Ã© bom. Eu sozinho nÃ£o consegui descobrir e nem vou ficar tentando. Me ajudem.</p>
<p><strong>[Update]</strong> Tem um <a href="http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/20/twitter/">post legal</a> do Ronaldo sobre o Twitter.</p>
<p><strong>[Update 2]</strong> Pra piorar a situaÃ§Ã£o e tornar o negÃ³cio ainda mais inÃºtil e escroto, nÃ£o tem como editar um post no Twitter (pelo menos nÃ£o que eu tenha achado) e, alÃ©m disso, quando vocÃª cria uma conta e se loga pela primeira vez o botÃ£o de deletar nÃ£o funciona. Lindo!</p>
<p><strong>[Update 3]</strong> No fim das contas achei uma utilidade pro negÃ³cio. <a href="http://twitter.com/brunotorres/statuses/202644502">Vejam com seus prÃ³prios olhos</a>.</p>
<p><strong>[Update 4]</strong> Ah, tem um outrozinho aÃ­, que chama <a href="http://jaiku.com">Jaiku</a> e, apesar do nome lindo, Ã© tÃ£o ruim quanto o Twitter.</p>
<p><strong>[Update 5]</strong> O <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/">FÃ¡bio Seixas</a> acabou de descobrir a verdadeira utilidade do Twitter: <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/08/ranking_de_twitters_brasileiros.html">criar mais um ranking</a>. Excelente(!?).</p>
<p><strong>[Update 6]</strong> Sou sÃ³ eu que acho ou para quase todos os posts no Twitter a resposta ideal Ã© &#8220;phoda-se?&#8221; (Sem querer ofender os que levam a sÃ©rio o negÃ³cio, mas &#8212; talvez &#8212; jÃ¡ ofendendo. Desculpem).</p>
<p><strong>[Update 7]</strong> Sim, fiz um monte de updates no Twitter sÃ³ pra encher o saco mesmo. Podia ter colocado tudo em um sÃ³, mas nÃ£o teria graÃ§a.</p>
<p><strong>[Update 8]</strong> Por fim, descobri que eu estava errado. O Twitter tem graÃ§a sim, mas ela nÃ£o estÃ¡ no sistema, estÃ¡ nas pessoas que usam o sistema. <a href="http://www.alistapart.com/articles/powertothepeople">Power to the people</a>! Fui <a href="http://brunotorres.net/eu-vou-ser-obrigado-a-twittar">&#8220;obrigado&#8221; a usar o Twitter</a> e estou &#8220;twittando&#8221; quase todo dia. Se quiser <a href="http://twitter.com/brunotorres">me seguir no Twitter</a>, fique a vontade.</p>
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