Acessibilidade não é altruísmo

Tenho estudado e discutido muito sobre acessibilidade ultimamente e gostaria de fazer uma pequena observação sobre os porquês de se preocupar com acessibilidade ao desenvolver sites: acessibilidade é, antes de qualquer coisa, inteligência e visão de mercado.

Por quê? Porque quando você torna o seu site acessível você está simplesmente maximizando a exposição do seu produto e/ou serviço. Pensar em acessibilidade não é ser bonzinho, é enxergar no público não-padrão e com necessidades especiais, potenciais consumidores para o que você está vendendo.

No fim das contas, quem ganha mais com acessibilidade não são os cegos, daltônicos, deficientes em geral, usuários de dispositivos móveis, etc. Quem ganha mais é você, que vai passar a ter um público imensamente maior e mais diverso que antes.

Quando se fala em acessibilidade, a maioria das pessoas pensa nos cegos. E muita gente tem a noção — errada, claro — de que cegos não compram, por exemplo, livros, televisões, quadros, ingressos para cinema ou teatro ou qualquer outro produto que seja essencialmente ou primariamente visual. Isso é uma tremenda besteira. Primeiro porque produtos, como no caso da televisão, primariamente visuais, são sim utilizados por pessoas cegas, ora por que não? E produtos essencialmente visuais, como livros (excetuando-se os escritos em braile, claro), podem não ser utilizados por eles, mas isso não impede que comprem para dar de presente, por exemplo.

E, bem, isso falando apenas das pessoas cegas. Além delas, quando fazemos um site, temos que pensar em outros tipos de usuários. Usuários de dispositivos móveis, por exemplo.

Imagine que um potencial cliente para o seu produto entre no seu site e tente, inutilmente, efetuar uma operação de compra. O que ele vai fazer? Mandar um email pra você pedindo encarecidamente que você o considere como consumidor? Bem, ele pode até fazer isso, mas não encarecidamente e não sem antes ter dado uma bela banana pra você e comprado o produto no site do concorrente.

Portanto, pessoal, vamos começar a nos preocupar com acessibilidade, mas de uma maneira diferente. Não nos sentindo altruístas por estar incluindo um público marginalizado na web, mas sim sendo inteligentes para enxergar que quanto mais gente acessa um site, maiores as chances deste cumprir o seu objetivo, seja ele vender, informar, fazer propaganda ou outro qualquer.

E não vale o velho argumento de que ninguém acessa o meu site via PDA ou celular. Ninguém acessa porque você não deixa. Abra a porta e veja quanta gente está sentada na soleira esperando para entrar no seu estabelecimento digital.

58 Comentários sobre “Acessibilidade não é altruísmo”

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[…] não é Altruísmo Nenhum comentário 13 dAmerica/Los_Angeles Março dAmerica/Los_Angeles 2006(22:18) […]


Muitoo aplicável, muitas até achamos que vivemos em um mundo em que todos usam os mesmos navegadores ou tem as mesmas aptidões.

Dificil encontrar um site que rode bem em um PDA ou outro dispositivo móvel.. quase impossível, isso talves se deva talves ao “pequeno” número de usuários, mas nem por isso devemos descarta-los né.

Internet é democratização.

Parabéns pelo artigo, falou tudo.


#3 | Alexandre

Sites acessíveis não são somente para pessoas com deficiências plenas (cego por exemplo).

Existe uma série de deficiencias menores, como daltonismo, dificuldade de reconhecer formas, problemas de cognição. Menus pop-up que abrem e fecham muito rápido, coisas que piscam na tela (Macromedia!)… Sites que vão sofrendo metamorfose enquanto carregam, tudo vai se deslocando, piscando, “pulando”. Isso deixa pessoas, aquelas de verdade, não webmasters, confusas.

Também não pensam nas máquinas. Eu trabalho em uma das cerca de 400 unidades de um órgão público que contém cerca de 40 funcionários cada. De lá eu consigo acessar alguns sites, outros não. Por motivos diversos: a máquina não permite novas instalações (plugins, browsers), é muito lenta (233Hz). E acredite, o uso da internet lá é massivo!

E finalmente, não pensam nos usuários normais que simplesmente querem potencializar a rapidez na navegação. Formulários com uma ordem de tabulação errada são comuns demais na internet! Tabulação é um mito na internet, são raros os desenvolvedores que pensam nisso.

Até mesmo um simpático JavaScript não-obstrusivo (o que diria de um obstrusivo) pode ser um pé-no-saco.

Um exemplo claro é o do http://www.revolucao.etc.br, que tem a técnica de image-replacement via javascript nos títulos dos posts. Sem falar que está sendo populado por uma quantidade imensa de propagandas (aquelas más, imagens pesadas). Aquilo pisca e treme tanto quando eu mecho na barra de rolagem, que prefiro não visitar o site.

Acabei escrevendo (e desabafando) demais, enfim, acessibilidade não é só para deficientes.


Cara, grande texto, realmente quando fazemos um site, pensando em acessibilidade não devemos pensar somente nas pessoas que possuem necessidades especiais, que diga-se de passagem, representa uma parcela considerável da população economicamente ativa, mas temos que pensar nas pessoas que acessam os sites via PDA’s, Celulares e outros, hoje ainda são em número reduzido, mas daqui alguns anos, será uma boa grande parcela do mercado, e um mercado com um poder econômico considerável, podem ter certeza disso.
Parabéns pelo texto.
Abraço.


Também tenho pensado e discutido muito sobre acessibilidade. Um ponto que acabou passando no seu post foi a questão da fidelidade. Portadores de deficiência geralmente têm grandes dificuldades na web, então quando encontram um site realmente acessível tendem a se tornar um visitante fiel. Imagine a vantagem disso para comércio eletrônico, por exemplo? Qual loja não gostaria de ter um público cativo? Ainda mais sabendo que existem milhões de pessoas no Brasil com algum tipo de deficiência. Acessibilidade, além de ser dignidade humana, é também oportunidade de negócio.


Olá, Parabéns pelo texto Bruno. Tenho lidado com este assunto também nos ultimos messes e acredito que o site tem que ser acessivel não só para “Cegos” e sim para todos que tenhem algum tipo de deficiencia visual, ate uma pessoa que usa oculos e não esta enxergando as letras do seu website ela teria que ter uma paleta para aumentar o tamanho da font. Um bom exemplo é o WebSite http://www.dasilva.org.br/ lá você encontra um ótimo validador e a barra ao qual me referi.

Façam um teste, conversem com uma pessoal com alguma destas deficiencias e veja o que ela tem a te dizer. Não vai ser um validador que vai te dizer se esta bom ou ruim e sim uma pessoa de verdade, converse com uma delas que você vai se surpreender como eu me surpreendi. E você vai ver que temos um longo caminho pela frente.

Abraços,

René Pinheiro.


Muito bom Bruno, com certeza esse é o caminho.

Abraço.


[…] Pensando nisso, Bruno Torres escreveu o seguinte artigo: Acessibilidade não é altruísmo. Um texto simples e direto sobre acessibilidade, vale a pena ler. […]


Oi Bruno,

Eu leio muito sobre o tema “acessibilidade”, e vejo que é algo que ganha cada dia mais relevância no meio dos desenvolvedores (ao menos no discurso).

Gostaria no entanto de saber mais na prática a que isso tudo se refere. Basta seguir os padrões W3C, e o site já é considerado acessível? Ou é preciso dar ênfase a arquitetura da informação? Ou algo mais que eu tenha esquecido de mencionar aqui?

Uma sugestão eu acho válida aqui: uma lista de práticas anti-acessibilidade, que englobasse todos os aspectos de um site. Seria um exercício interessante, e muita gente – inclusive eu – ia aprender um bocado mais sobre o assunto.

Valeu,

Pierre


#10 | Alexandre

Pierre, você pode saber mais sobre Acessibilidade lendo a especificação do W3C-WAI, existe uma tradução para português:

http://www.utad.pt/wai/wai-pageauth.html


E também é valido dizer que, quem se beneficia da acessibilidade recomenda com enfase a página/aplicativo.

E quando se fala de deficiente visual se pensa só em cegos, mas também tem os velhos (com mais problemas de enchergar) e por isso uma página mais acessivel atende mesmo muita gente.


#12 | Raimundo

Interessante é q vc fala de pad~roes web e seu site nao é validado pela w3c ..putz!


Quanto ao artigo Bruno, to com vc,acho que temos de pensar em acessibilidade como uma maneira de projetar nosso site, é um fator importante e deve ser levado em consideração SEMPRE.

Mudando de assunto tem gente como o Raimundo que gosta mesmo de aparecer, neh?… vc sabe para que serve a validação? Validação é uma ferramenta para melhoria de um documento web e não um fator a mais e quanto a validação, o site do Bruno é validado, veja vc mesmo

http://validator.w3.org/check?uri=http%3A%2F%2Fbrunotorres.net
Bruno, continue com os otimos artigos cara, boa sorte!

[ ]’s for all


#14 | Raimundo

Opa..consetou já..parabéns


O Nível super baixo de acessibilidade que têm os sites de hoje e de “ontem”, está deste jeito pelo fato de que os clientes das empresas, e até as próprias empresas de desenvolvimento não têm esta consciência simples, nua e crua que o Bruno expõe.

Quando potenciais clientes perceberem o quanto podem ganhar tendo sites acessíveis, muitos desenvolvedores de hoje vão ter que voltar para pré escola por não darem a devida atenção á este fato!


#16 | Ricardo

Vindo do autor, que é um grande conhecedor de padrões, acessibilidade, etc, esperava um conteúdo bem mais apurado, técnico, com alguma pesquisa de mercado, dados estatísticos, mesmo de um assunto inclusive já batido. Convencer o cliente de que ‘o jeito acessível de fazer’ é melhor se faz por provas, por experiências. Opiniões formadas já li muitas.


#17 | Poe

O problema de acessibilidade não está só ligado a compra de produtos. Em primeiro passo temos que pensar na informação, que é o que se divulga pela net e quando falamos de acessibilidade estamos nos referindo ao acesso a esta – usar esse termo é ir além de deficientes e pensar em qualquer barreira, é dar acesso a uma informação ao maior número de pessoas (a todas é praticamente impossível), é levar ao usuário de Linux, de Windows 3.11, de DOS, de navegadores de celular, Palm, etc. a mesma informação.

Não é altruísmo e nem mesmo egoísmo, é apenas a consciência de que a informação é de livre acesso. É bem mais profundo do que usar XHTML, CSS ou HTML semântico – sopinha de letrinhas sempre mudam, o que importa é o que está por trás delas.

É bom saber que tem gente preocupada com isso. Sempre.


Parabéns pelo layout!
Meu projeto da faculdade é sobre acessibilidade. No caso voltada pra deficientes visuais. Achei interessante a abordagem feita, é muito útil e verdadeiro na hora de oferecer a um cliente as vantagens da padronização. A pouco tempo testei vários sites no meu Palm e ví que é bem funcional.
Forte abraço!


[…] O Bruno Torres escreveu um ótimo artigo sobre Acessibilidade e vale a pena dar uma olhada: Acessibilidade não é altruísmo. […]


[…] Acessibilidade não é altruísmo (tags: acesibilidade web webstandards) […]


#21 | Otávio Guerd

Parabéns! Estou muito feliz por este esclarecimento. Eu mesmo desprezava este tipo de usuário.


#22 | Marcelo Ariatti

Parabéns!
Ótimo artigo. Obrigado!


Uma boa leitura! Tocaste em diversos pormenores entre as quais o facto dos criadores de páginas online ignorarem outras formas de acesso ao seu site, entre as quais PDA, SmartPhone, etc

Parabéns!


Valeu Bruno! Como sabe, sou cego, e dificilmente encontro na internet textos como esse, de forma expontânea e concisa. Sofro na navegação de alguns sites, especialmente sites de lojas virtuais, onde a imagem mostra o produto e não existe nenhum equivalente textual dela. Acessibilidade é alguém poder navegar via teclado e ir a qualquer parte do site com facilidade, podendo executar todas as tarefas e serviços nele proposto. Acessibilidade + usabilidade e o mundo virtual será o paraíso para quem mais precisa. Quem necessita mais de ir a sua conta bancária pela internet, eu, cego, ou quem tem visão? Sem sair de casa, fazer compras, supermercado, presentes para amigos e família, enfim… quero o direito de ser consumidor, gastar o dinheiro do meu trabalho de forma cômada e sem ter de dar um murro no teclado porque, justamente na hora de pagar… o site não é acessível. Pode ter certeza que, além de mim, minha família, que não é de pessoas com minha deficiência, não fará mais uso desse site. Sugiro aos amigos que dêem uma olhadinha em meu site: http://www.bengalalegal.com . Como disse antes, valeu Bruno, parabéns, que legal sua iniciativa e exemplo! MAQ.


Excelente artigo, brother. Continue assim… :]


#26 | Carlos

Materia muito boa assim como todas outras escritas pelo Bruno..

Cada vez que leio expando meus conhecimentos e ideias sobre a Web..

Obrigado , continue assim


#27 | Lêda Spelta

Oi Bruno,
Adorei o seu artigo e também os comentários.
É preciso talento para ir ao âmago da questão, escrevendo de maneira simples e direta.
Quanto ás estatísticas, que me lembre, assim de cabeça, são 14,5 milhões de pessoas com alguma dificuldade visual, das quais cerca de 150 mil são totalmente cegas; destas, mais de 10 mil já usam computador com software leitor de tela e a tendência é aumentar cada vez com maior velocidade.
Um abração!


#28 | Eric Nascimento

Muito bom texto Bruno!
Parabéns hein!

Grande abraço,

Eric.


[…] Bruno Torres, conhecido designerwebdeveloper da Internet brasileira, publicou um texto falando sobre acessibilidade, desmitificando alguns mitos, e encarando a questão de forma pragmática. Aqui, gostaria de ir um pouco mais fundo na questão, abordando a acessibilidade de um ponto mais próximo, mais tangível para a maioria das pessoas: o trinônimo visitante-navegador-template. […]


ESTOU FAZENDO MINHA MONOGRAFIA SOBRE USABILIDADE E ACESSIBILIDADE E, ACHEI SUPER INTERESSANTE SUA ABORDAGEM NO ASSUNTO POIS REALMENTE SÃO POUCAS AS PESSOAS QUE SE INTERESSAM POR TORNAR DE FACIL USO OS SITES DE HOJE, E AO MESMO TEMPO GOSTARIA DE SABER SE TERIA A POSSIBILIDADE DE OVE ME FORNECER ALGUMAS INFORMAÇÕES PARA TORNAR MINHA PESQUISA MAIS INFORMADA E CHEGAR A SER UTIL PARA ALGUEM LER.DESDE JÁ AGRADEÇO SUA ATENÇÃO.OBRIGADA.


Cara,

Realmente acho que todos os designers, programadores, todo mundo deveriam se preocupar com a acessibilidade. A internet seria muito melhor para muitos..

abraços


#32 | Luciana Amaral

Ótimas observações. Que bom seria se todos tivessem consciência da importância de assuntos como usabilidade, acessibilidade… Infelizmente, não é assim.
Convivo com grupos de alunos que custam a perceber, na grande maioria, a importância do estudo da Interação Humano-Computador e continuam a acreditar que essa é uma área que não demanda estudo.
Bom, mas sejamos persistentes!
Um dia eles cedem…
:o)


Não sei por que tem gente que não está nem aí pra acessibilidade, eu conheço um amigo que tem um baita de um portifólio, mas os sites dele não usam nem sequer o conceito de acessibilidade, ele acha besteira, só por deus!!!


[…] Veja que, se um site é acessível apenas em um browser web, o público que acessa o site através de dispositivos móveis como celulares e PDA’s é fica impedido de acessar o site, o que se traduz em perda de potenciais clientes. Tornar um site acessível não é ser bonzinho para os clientes. Se o site não é bem indexado pelo mecanismo de busca, isso significa dizer que a empresa não está aparecendo na web como deveria. Cá entre nós, isso é muito importante hoje em dia, pois todo mundo faz perguntas ao Google e ele indexa melhor as páginas que têm código semântico. […]


[…] Há uma outra propriedade cujos benefícios são indiscutíveis:acessibilidade. Oferecer conteúdo acessível permite aos usuários utilizar as ferramentas que melhor lhes convêm; a ausência de restrição a uma determinada tecnologia, plataforma, navegador, resolução, ou qualquer outro fator limitador; e possibilita dar suporte aos usuários com necessidades mais acentuadas, dessa forma, garantindo uma experiência mais satisfatória ao se navegar. Como bem falou Bruno Torres – “acessibilidade não é altruísmo”. […]


o conceito do altruísmo tem a importância de referir-se ás disposições naturais do ser humano, indicando que o homem é bom e generoso naturalmente. Mais do que isso como foi extremamente bem dito nese post, é a abertura e a diversidade do público que as informações chegarão. Acima de tudo fazer um site acessível é ser profissional. Já ouvi coisas como: “se eu tiver que pensar até nos cegos na hora de desenvolver um site, demoraria um ano em cada projeto” Esse “profissional” com certeza não entende o conceito de altruísmo.


#37 | Bete

Bruno Torres, adorei a sua forma de escrever sobre a acessibilidade. Os conceitos são claros e nada “piegas” sobre pessoas com necessidades especiais.
Bete Ramos


Eu, por exemplo estou acessando com meu PSP. E consigo ler numa boa.


É a velha acessibilidade…Vou falar do Desafio SEBRAE, a maior tosqueira que já vi na Internet brasileira, uma instiuição voltada para inclusão de micro e pequenas empresas, lançou um sítio para pequenos empreendedores, onde haveria competições e etc…O sítio não só era incompatível com qualquer outra coisa, como também dizia na sua cara ” Volte para o Internet Explorer!”…Pura agressão…Me lembrei da frase, “Ninguém acessa porque você não deixa”, do grande Bruno.

Ainda pior é http://www.englishtown.com.br, esse nem se fala…


Acessibilidade e usabilidade na web: um caso sério…

Caro leitor, se você não faz parte da grande família de desenvolvedores web; designers, programadores e projetistas, você se colocará como sendo um usuário de internet que tem pleno direito de acessar qualquer site que desejar, sem nenhuma restri…


A matéria é super interessante e vale a pena tentar…

Tomei conhecimento sobre sites acessíveis e a cada dia busco maiores informações sobre o assunto e olha que com isso descobrí que posso deixar meu site alem de acessivel, pelo menos 50 % mais enxuto e mais rápido.. então, digo vale a pena tentar, os benefícios serão pra todos…

Se tiverem interesse, acessem o site que alimento… http://www.trf3.gov.br

Abrs

Anderson


[…] Acessibilidade não é altruísmo […]


[…] como análise, desenvolvimento, capacitação e consultoria e mostrar que, cada vez mais, acessibilidade não é altruísmo e que apesar de ter, sim, um lado social muito importante, é economicamente viável e deve ser […]


[…] ser trazido á tona, compreendido por todos os profissionais do meio para que deixe der visto como altruísmo e assim por […]


Seu blog é acessível?…

Quer esquentar o inverno?Compare preços de café expresso, fondue, aquecedor, telefone celular no JáCotei…….


[…] Acessibilidade não é altruísmo; […]


[…] que o Bruno Torres levantou uma bandeira em prol da luta pela Acessibilidade na Web brasileira, este assunto caiu na boca do povão […]



[…] disso, acessibilidade, como já disse o Bruno Torres, não é altruísmo. Muito pelo contrário, ela define o quanto você preza e valoriza seus […]


Olá, sou desenvolvedor web, e acabei de inaugurar o site http://www.arcomodular.com.br sendo ele o primeiro site com todos os recursos de acessibilidade requeridos pela WAI nível 3, de uma empresa que vende produtos de Sinalização Ambiental, Tátil, Visual e Sonora para pessoas especiais. Deem uma olhada!


Recursos de aumentar ou diminuir fontes, trocar estilos, são meramente enfeites.

Uma pessoa de baixa visão ou cega, não é beneficiada por esses recursos, sendo que nem sempre pode enxergar ou acessa-los.

O site ser acessível significa que, usando padrões definidos por renomadas instituiçoes, no caso a W3C, o conteúdo é apresentado de forma coerente, e os estilos são usados de forma correta.

As pessoas de baixa visão ou cegas, acessam esses recursos diretamente pelo Browser. O Browser que tem de possuir atalhos para baixar ou aumentar fontes, remover estilos, mudar o contraste.

É facil dizer o que é acessível não tendo problemas de visão ou motores.


[…] como análise, desenvolvimento, capacitação e consultoria e mostrar que, cada vez mais, acessibilidade não é altruísmo e que apesar de ter, sim, um lado social muito importante, é economicamente viável e deve ser […]


[…] Acessbilidade não é altruísmo  Artigo do Bruno Torres que explica porque você tem que fazer uma página acessível, caso o vídeo acima não tenha te convencido. […]


[…] Se você trabalha na manutenção de um site do governo, é seu dever cumprir a lei de acessibillidade. Baixe o e-MAG e torne o seu site mais acessível. E para os profissionais da web, vale a pena lembrar que acessibilidade não é altruismo. […]



[…] como análise, desenvolvimento, capacitação e consultoria e mostrar que, cada vez mais, acessibilidade não é altruísmo e que apesar de ter, sim, um lado social muito importante, é economicamente viável e deve ser […]


[…] Se você trabalha na manutenção de um site do governo, é seu dever cumprir a lei de acessibillidade. Baixe o e-MAG e torne o seu site mais acessível. E para os profissionais da web, vale a pena lembrar que acessibilidade não é altruismo. […]


[…] Acessibilidade não é altruísmo. Você não faz um site acessível por que você está com pena de alguém cego ou por que não tem os dois braços. Você faz um site acessível por que você precisa que seu site seja visto por TODOS. É a mesma coisa se você não fizer um site responsivo hoje em dia. Como assim seu site não consegue ser bem visto via mobile? […]


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