Web 0.1α

Lá fora se fala em Web 2.0, termo que tem sido muito usado e pouco explicado. Tim O’reilly mostra, por meio de exemplos, o que é esse conceito mais ou menos novo que tem aparecido tão freqüentemente em blogs e sites especializados em web.

Sim, sim, essa coisa de web 2.0 pra lá e pra cá já tá dando no saco, mas a questão aqui é outra. No Brasil nós ainda nem conseguimos chegar na Web 1.0. Acho que podemos dizer que a nossa web está ainda em uma versão inicial, alfa, cheia de problemas e conceitos mal aplicados.

Sem me estender muito, vou mostrar três exemplos de que, realmente, no Brasil, ainda estamos na Web 0.1α:

Os sites da nossa “mainstream media“, como Plantão Info, IDG Now, Folha Online, Globo e portais de conteúdo por aí a fora, ainda falham em usar recursos simples, como o uso correto de hiperlinks, por exemplo, que é um dos conceitos mais básicos (e simples, e úteis, etc) da web, digamos assim, 1.0. E, por favor, não venham me dizer que colocar a URL, com http:// e tudo, mesmo que dentro do conteúdo de um elemento A, já é alguma coisa. URL escrita no meio do texto o greasemonkey linka pra mim.

[update]

<explain>Como assim não sabem usar links? Bom, vá a um artigo qualquer publicado em uma dessas páginas e se você achar alguma palavra marcada como link — não vale “clique aqui”, “saiba mais” e URLs linkadas — me diga. Os caras escrevem, por exemplo, uma notícia sobre o Mandriva em que não há nem um link para o site da referida distribuição. Ora bolas, o simples fato de eu ter que explicar isso aqui já mostra que o título desse texto não está muito longe de expressar a real situação da web tupiniquim… uma pena. :(

A propósito, falei sobre isso no post sobre o podcast tableless #11</explain>

[/update]

Outro exemplo é o Prêmio IBest que, em si, já é discutível. Hoje, em um texto sobre o prêmio no Carreira Solo, o Mauro Amaral disse que, ao tentar cadastrar um site no prêmio, se você indicá-lo a o mesmo tempo para as categorias “Site feito por empresa” e “BLOG”, o site adverte: “se este site é de uma empresa não pode ser blog”. Como assim? Em que mundo esses caras vivem, ou melhor, que versão de web eles usam!?

E pra finalizar, tem o problema dos anúncios. Eles são, talvez, a melhor forma de se ganhar algum dinheiro com conteúdo publicado na web. A única opção decente que temos no Brasil para veicular anúncios em nossos sites é o Adsense, do Google que é um excelente serviço, mas só paga com cheques em dólar, o que é um saco. Me diz aí um programa de anúncios brasileiro que me dê anúncios relevantes ao conteúdo do site e a opção de escolher entre publicar anúncios de texto ou imagens, ou os dois. O que vemos por aí são anúncios irritantes em flash, gifs piscantes e imagens de gosto duvidoso.

Por isso, falar em Web 2.0 (ou até mesmo 1.0) no Brasil é algo completamente utópico. Estamos correndo atrás, mas o problema é que é muito atrás. Precisamos avançar uns 5 anos (ou mais) em 1 para, assim, podermos ficar um pouco atrás e ter a chance de, um dia, alcançar a web do resto do mundo, esteja ela na versão que estiver…

E você, tem algum outro exemplo de como a nossa web ainda está engatinhando? Já conseguiu ver algum avanço substancial que eu não notei? Comenta aí.

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36 Comentários sobre “Web 0.1α”

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É verdade que a nossa internet ainda está bem atrasada! Excelente artigo…

Mas uma dúvida: O que você quer dizer com “ainda falham em usar recursos simples, como o uso correto de hiperlinks, por exemplo, que é um dos conceitos mais básicos (e simples, e úteis, etc) da web, digamos assim, 1.0. E, por favor, não venham me dizer que colocar a URL, com http:// e tudo, mesmo que dentro do conteúdo de um elemento A, já é alguma coisa. URL escrita no meio do texto o greasemonkey linka pra mim.”

O que eles fazem errado? Não entendi isso…

Falou!


Outro exemplo? Bem, eu já te enviei um email sobre o site Quatrocantos - que é bem conhecido no Brasil e bastante atualizado - e você já viu como ele é por dentro, né?

Ah! Eu também não entendi a parte dos links…


O que falta por aqui não é talento nem tecnologia. O que falta é uma visão menos tacanha dos empresários e investidores. Eu digo isso porque um dos pilares do conceito de web 2.0 está na participação das pessoas. Mas enquanto “Blog não pode ser de empresa”, colunistas de jornais renomados não têm RSS em seus blogs e as empresas não querem saber de ninguém participando dos seus sites, a coisa fica difícil.

Postei recentemente um artigo também falando de Web 2.0 em meu Blog, se alguém quiser dar uma olhada está em
http://canalweb.blogspot.com/2005/10/web-20-o-que-diabos-isso.html


[…] Não posso deixar de concordar que os grandes portais nacionais estão atrasados. Mas não acho que eles sejam o ponto central dessa “nova web”… […]


#5 | Leo F

Bruno,

Nao ha um grande incentivo à criação de start-ups, pois mesmo que um site de certo, como vc disse é dificil capitalizar em ads. E quanto menos incentivo para inovar, a diferença entre a web fora e dentro do Brasil aumenta e o usuario fica prejudicado, e forçado a usar os servíços no exterior.

[]
Leo


#6 | Rafael

Por mais que os links patrocinados do Adsense sejam persistentes ao conteúdo, colocá-los no meio do texto é um saco pra mim. A moda pegou entre os blogueiros..


Texto brilhante, Bruno.


Concordo, e quanto ao Ibest, bem, esse já ouvi um estória de quem já participou,e bem, jabá, não é assim que chamam no rádio? Web 2.0, hehehe, aqui é Web 0.1 alpha, poucos sabem do que está ocorrendo nno mundo lá fora, basta fuçar em sites nacionais e ver as vezes aberrações…


E gostaria de saber tb sobre a parte que vc comenta sobre o link

“URL escrita no meio do texto o greasemonkey linka pra mim.”

Eu até sei sobre esse tal de greasemonkey mais eu queria saber qual é o script que devo usar no blogger para o link


Olá Bruno,

Bem, concordo com o que você disse, e é uma verdade sobre grandes portais de notícias, “como Plantão Info, IDG Now, Folha Online, Globo”, não utilizarem os mais básicos recursos oferecidos, nesse caso estamos falando diretamente dos hiperlink’s, bom diversas vezes eu costumo ler notícias na Folha Online, e muitas vezes vejo eles citando nomes, empresas, entre outros termos que eram necessário ou podiam possuir hiperlink’s, porém não se observava por perto uma indicação de URL (ex. http://site.com/) ou os famosos “Saiba mais”.
Porém com esse atual movimento de padrões web que estamos vendo no mundo inteiro, muitas empresas estão aos poucos migrando os sites para os padrões e futuramente poderemos ver hiperlink’s nos citamentos, basta a gente incentivar e promover cada vez mais o avanço dos padrões web. E a questão de lá fora é outro mundo, eu acho que não é bem assim, estamos vendo muitos sites do lado de lá que estão entrando no processo de seguir os padrões agora, como Downloads.com, Apple.com parece estar seguindo também, GAP.com entre outros, porém uma coisa é verdade os sites de conteúdos do lado de lá já utilizam hiperlink’s quando citam algo, isso, faz um bom e largo tempo.


Caro Bruno,
duas coisas primeniro é que eu coloquei a opção de acompanhar o os comentario e parece que não esta funcionando.
E a outr é, vc usa um script especifico do greasemonkey pra lhe ajudar a fazer as paradas do links
isso é muito importante pra mim.

Tem algum script greasemonkey que vc usa?
Qual?


Legal, mas temos coisas a se avaliar.

Estamos na web 0.1 e eles na 2.0? Bem, será que de fato eles estão na 2.0? Olhar blogs de profissionais antenados nas tecnologias web e dizer que lá tudo funciona é ilusão. Tenho certeza que muitos profissionais ainda estão na web 0.1. Acho que o atraso existe sim, mas achar que é só aqui é fechar os olhos.

Grandes portais, tem um problema pra resolver: Quem escreve o conteúdo sabe HTML? Vai explicar pra um jornalista o que é Web Semantica.. :P. Ta, existem maneiras de tentar contornar isso, mas aí não estamos lá (pelo menos eu não) pra saber a viabilidade de aplicar estas soluções.

O buraco é bem mais em baixo. :P


Eu estava lendo este artigo do Terra e, quando vi o endereço do PodBrasil no 5° parágrafo sem link já pensei “isso vai de exemplo para aquele post do Bruno Torres…”. Mas eis que eu vejo que TEM um link lá!

Primeiro: isso é falta de acessibilidade, o link não se destaca de nenhuma maneira do texto normal.

Segundo e pior: o link NÃO FUNCIONA. Provavelmente o sujeito que programou aquilo se esqueceu que o pobre do redator não tem obrigação de saber que os weblinks devem começar com http:// e, por isso, não fez uma função que inserisse o protocolo automaticamente.

Lamentável…


Bom, acho que você foi um tanto preconceituoso quanto a Web brasileira…. O que kero dizer, é que não é só nossa web que está nessa situação precária de abandono, no mundo todo encontramos exemplos disto que você disse…. e no Brasil, temos sim sites bons aplicando os conceitos de uma boa Web 1.0, e até 2.0… como o seu por exemplo…
Este foi um dos famosos casos de nós que somos brasileiros (brasileiros de verdade, o que exclui grande parte dos políticos e outras raças) de antes de falar mal do sujo observamos que estamos mal davados…. bom, brasileiro é assim mesmo, sabe criticar, porém acho que em seu artigo faltou a parte de apontar o defeito dos outros.


#15 | Marcos Antonio Pellegrini junior

Eu até concordo que nosso nivel de desenvolvimento em relação a internet não é avançado. Mas quem é?

Quais dos paises “desenvolvidos”, que hoje em dia brigam pelo controle da internet não tem falhas em seus grandes sites?

Qual dos paises “emergentes”, tem o nivel de utilização da web que nós temos, ou o nivel de talento, ou de tecnologia que já temos?

Quem é tão perfeito, quem tem tão poucos defeitos a ponto de precisarmos ficar envergonhados com nossa casa, com nossa falta de experiencia, com nossa falta de oportunidades?

Concordo que precisamos melhorar, muito, mas prefiro entrar na WEB 2.0 aos trancos e barrancos doque ficar esperando até que todo mundo no Brasil esteja na “WEB 1.0″.

Gente, mais animo!!! Tem muita coisa boia na WEB Brasileira!!!


#16 | Luis de la Orden Morais

[Teclado sem acentos]

Galera o que o Bruno esta’ falando e’ que as diretrizas do que se chama hoje Web 2.0 nao se adequam aas necessidades reais do Brasil. Nao se enganem, brecha digital tambem existe em Pais desenvolvido e as propostas da Web 2.0 falham em discutir outros elementos que podem ajudar na diminuicao da brecha do lado do desenvolvimento web.

O que eu sinto e’ que a conversa acerca da Web 2.0 do modo que e’ discutido no exterior, acaba levando a gente para um lado do desenvolvimento da web sem questionar o que e’ relevante para o Brasil.

O Brasil e’ o Pais que inventou a guitarra baiana, o aviao (para a pinoia com os irmaos Wright), a valvula cardiaca, o cartao telefonico e uma dezena de materiais alternativos para construcao. Com excessao do aviao a maior parte destes sucessos se referem a melhores maneiras de distribuir tecnologia geralmente cara para as camadas menos privilegiadas da populacao.

Por outro lado existem pontos da Web 2.0 que sao bastante sensiveis a questoes sociais e economicas como as nossas. A ideia da “eterna versao beta”, e’ beneficial para no’s dentro de um contexto de pouca verba para desenvolvimento e dentro do contexto do Software Livre, muito embora muita gente vai apenas trocar o banner ‘em construcao’ por outro dizendo ‘beta’.

O Bruno tocou em um assunto que precisa ser discutido pelo meio profissional Brasileiro. Precisamos voltar a ser Abaporus, pegar o que e’ produzido la’ fora e adaptar aa nossa realidade e incluir o nosso povo pois sem ele nao ha’ mercado.

Vamos comecar o nosso proprio ‘movimento’? Web Livre?

Abraco para todos,

Luis


#17 | Marcos Antonio Pellegrini Junior

Caro Luis, me desculpe se estiver enganado, mas oque entendi do texto do Bruno, é que ele acredita que as diretrizes que hoje regem a produção de sistemas em especial de internet no Brasil, hoje, é que não se adequam a WEB 2.0.
E que como você mesmo disse esta errado! Pois a WEB 2.0 com suas inumeras formas de distribuir a informação, encaixa-se mais no modo brasileiro de sempre achar um jeito, doque no modo… “Evoluido” dos paises “desenvolvidos” que sugere que o jeito certo é sempre o mesmo.

Acredito ser muito mais WEB 2.0, ter sempre que achar um jeito difernete de fazer com que a informações cheguem as pessoas.

Ainda não somos uma potencia na internet, não porque não sabemos fazer links, e sim porque precisamos usar nossa criatividade para arranjar comida. Simplesmente não é tão importante para nós. Não é importante para o Brasil hoje! Cabe a nós profissionais, fazermos valer nossa criatividade.

WEB 2.0 é um conceito que pode ser usado além da internet. O importante é entender que somos um pais WEB 2.0, que sempre conseguimos alcançar o objetivo, utilizando das idéisa mais criativas possiveis. Exatamente como na WEB 2.0.


#18 | Luis de la Orden Morais

[teclados sem acentos]

Oi Marcos,

Sim, voce tem razao, a enfase do artigo e’ outra mas o que eu queria aclarar e’ que a Web 2.0 em si nasceu dentro de um contexto internacional muito diferente do nosso. O que mantem a web como um mercado produtivo e lucrativo na Europa e’ a quantidade de pessoas que a utilizam mas principalmente a relacao entre numeros de usuarios e o PIB de cada Pais.

Na Inglaterra, bastam os 15/20 milhoes de usuarios ativos dentro a populacao de 50 milhoes de habitantes para manter o mercado de Internet a vapor (a pleno vapor so antes da quebra do mercado no inicio do seculo). Agora no’s estamos chegando a um ponto aqui no Reino Unido, (desculpa eu so’ disse para nao confundir) em que o crescimento esta’ mais ou menos se estabilizando, ou seja, nao esta caindo nem subindo e a iniciativa privada ja esta’ comecando a buscar aqueles usuarios que nao tem computador em casa mas podem acessar atraves de um internet cafe.

Eu nao creio que a questao da web brasileira seja um problema de criatividade, e’ problema de faltar gente usando a Internet para gerar o mercado que agora esta’ pequena para o profissional brasileiro. E quando eu falo ‘gente’ eu me refiro aa parcela da populacao fora da classe media e que compoe o grosso do grosso da populacao brasileira.

A web 2.0 tem muitas novidades que sao otimas para o profissional da web, mas falta a aplicacao ao contexto nacional latino-americano, o que deve vir a partir da discussao dos profissionais brasileiros. Um exemplo disso e’ o uso de adsense, a ideia funciona bem em paises anglo-saxonicos falantes do Ingles mas de que adianta a gente colocar o adsense em uma pagina brasileira para uma populacao aonde a maioria so’ fala o idioma Portugues quando no meio do seu conteudo o adsense pode acabar puxando um anuncio em Ingles que vai acabar confundindo o consumidor comum?

Eu sinceramente nao creio que a Web 2.0 seja uma questao de palavras de efeitos (buzzwords) jogadas ao ar por um grupo de designers que nao tinham o que fazer, mas nao e’ bastante acoplar a turbina no carro e esperar que voe. Cada mercado tem sua caracteristica e cada tecnologia surge dentro de um contexto fortemente influenciado pela cultura do Pais ou Paises onde surgiu. Dentro do contexto onde a Web 2.0 surgiu o mercado esta’ maduro, 15 milhoes de pessoas bastam para manter o mercado, o Pais (seja Reino Unido ou Estados Unidos) tem uma infra-estrutura de correios de qualidade boa, todo mundo fala Ingles fluentemente, a conexao minima de banda larga e’ de 2mb e nao custa tao caro e os computadores sao ridiculamente mais baratos e faceis de comprar que em nossas plaias.

E’ como foi dito aqui, muitos sitios estrangeiros tem muitos erros no seu codigo mas alguns destes sitios estao fazendo algo entre R$5milhoes e R$10milhoes de reais por dia, quadruplicando nas epocas festivas, empregando uma enxurrada de gente o ano inteiro, mas isso se deve ao fato que por aqui ha’ um mercado composto cada vez mais por gente simples e comum que quer apenas comprar leite e acucar pela internet. Sim o dinheiro e’ pouco mais imagina isto multiplicado por 80milhoes de usuarios apenas aqui no Brasil?

E’ por isso que eu acho que dentro das iniciativas vindas do exterior tudo precisa ser adaptado porque o desenvolvedor estrangeiro nao precisa criar mercado mas no’s sim.

Por favor sinta-se livre para comentar,

Um abraco,

Luis


[…] Consegue entender por que a Web 2.0 (ou seja lá como você chamará) é um desejo veemente para todos que percorrem a Web? Uma web colaborativa, que disponibiliza informações precisas, fáceis de encontrar, capitalizar, e manipular. Facilitando a criação de novas aplicações úteis que ajudam a disseminar ainda mais a informação, e assim, formando um ciclo vicioso. […]


[…] Se você tem o hábito de ler na internet sobre web standards provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre Web 2. E se você só lê em português provavelmente você deve saber no máximo metade de toda a história. Provavelmente você leu aquele belo texto no Carreira Solo, deve ter lido também o texto do Diego Eis no Tableless e do Bruno Torres. Talvez você até se assustou um pouco com a opinião do Bruno sobre a posição em que o Brasil está em relação a web 2; infelizmente ele está muito certo. Realmente dezenas de sites grandes ainda não sabem nem trabalhar com hiperlinks, muito menos transformar a web em um ambiente de desenvolvimento integrado. Sorry enthusiastics! […]


[…] Na verdade se você está todo assustado comigo falando sobre web 2.0, admire-se, eu cheguei até tarde. Não estou nem querendo ser original. Só estou espalhando a notícia. Até o Bruno Torres em meados de outubro de 2005 já tinha dado um “chega pra lá” de mancinho e parece que ficou meio despercebido. O Élcio recentemente também te convidou a colocar os pés no chão e até eu meio tímido fiz isso no Designing for Web 2. E confesso que estou escrevendo este texto para ficar com a consciência limpa! […]


[…] Web 0.1α Nenhum comentário 19 de Janeiro de 2006 (11:07) […]


#23 | Salvador Camino

brilhante!


O Mercado Sócios, do Mercado Livre é um serviço de anúncios brasileiros que paga em real e me parece bem razoável. Com a implantação do XML, permite a inclusão de anúncios relevantes e em texto sim senhor, nas páginas anunciadas.


[…] No final das contas o Bruno estava certo quando me disse que isso ainda está longe da realidade no Brasil. Todos querendo discutir Web 2.0 mas a realidade aqui é Web 0.1 a. De qualquer maneira, o espaço vai continuar disponível – ainda que engatinhando – para você que é webdesigner e quer exercitar seus conhecimentos de CSS em público. As portas continuam abertas, com as mesmas regras. […]


Muito bom!


#27 | Eduardo

Outro fato que prova como é capenga nossa Web é a absoluta negligencia com que são tratados os emails por 99% das empresas do “mundo real”. Faça uma teste. Escolha um grupo de 10 empresas “reais” de diferentes portes que tem “presença” na web e enviem um email perguntando algum detalhe sobre algum dos seus produtos. Se 5 emails forem respondidos já é um sucesso. Os outros ou são ignorados ou retornam com erro.


[…] Web 0.1? (Lê-se Web zero ponto um alfa ) […]


Concordo com o Bruno, e duvido que a Globo.com mude qualquer coisa em seu site para se adequar a padrões como o W3C, eles estão por demais acostumados a gerar seus próprios padrões, Folha de São Paulo idem em gng.


#30 | Arti

OHH bruno não te preocupes com isso é que se olhares para trás ainda vamos nós, Manos Portuga, a correr atrás.

Além disso voÇês estão no camonho certo nós aqui ainda estamos a tentar perceber qual é o caminho. Ainda estamos no rescaldo do BOOM


Web 2.0 não é uma besteira sem tamanho…

A chamada web 2.0 tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pess…


Também acredito que a realidade brasileira é outra, porém os caminhos estão aparecendo e o melhor é que não tem como ninguém forçar a barra, a onda é arrazadora e espontânea.


[…] analisar de forma bem técnica se o seu site está dentro dos padrões da web 2.0. Concordo com a opinião que um site para ser web 2.0 não precisa de grandes recursos tecnológicos. Sei também que é muito mais uma mudança de conceito do que ferramenta ou tecnologia. Mas não […]


[…] entender por que a Web 2.0 (ou seja lá como você chamará) é um desejo veemente para todos que percorrem a Web? Uma web colaborativa, que disponibiliza […]


[…] aquele belo texto no Carreira Solo, deve ter lido também o texto do Diego Eis no Tableless e do Bruno Torres. Talvez você até se assustou um pouco com a opinião do Bruno sobre a posição em que o Brasil […]



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