É importante deixar claro que esse texto reflete a minha opinião, não a daquele cara que tá passando ali de blusa vermelha (tá vendo?) e muito menos a da empresa onde trabalho.
[update] Esse post acabou virando o tema principal do SearchCast dessa semana. O bicho pegou por lá. Confiram.
Ontem quase despretenciosamente iniciei uma discussão (como eu gosto disso) no twitter sobre o valor e os perigos de se convidar “googlers” (funcionários do google, você sabe) para eventos de SEO — ou eventos que, pelo menos parcialmente, falem sobre o assunto.
A discussão se estendeu por quase 30 tweets de diversos nomes, alguns bem importantes, do SEO brasileiro, como Flávio Raimundo, Fábio Ricotta, Cassiano Travarelli, Renata Tibiriçá, Miguel Dorneles e Pablo Almeida e acabou indo parar no fórum de ajuda do webmaster do Google (sim, na toca do lobo) e gerou mais discussão por lá.
Embora a opinião geral tenha sido contrária à minha, ainda assim acho que a discussão é válida e mantenho a minha opinião: no momento atual do mercado de SEO brasileiro, a presença dos googlers nos eventos não é positiva. Isso por diversos motivos que quero apresentar aqui para, quem sabe, gerar ainda mais discussão.
Mas antes de mostrar meus argumentos, faço um convite a você que está afim de me fazer mudar de opinião (e que, obviamente, não tem nada melhor pra fazer). Me mostre um exemplo, apenas um basta, onde a presença de um googler em um evento de SEO tenha sido realmente positiva. Pode ser qualquer evento, no Brasil, nos EUA, no Uzbequistão que seja, não importa.
Agora vamos ao que interessa.
O pessoal do google não traz informações importantes para os eventos
Anunciar que o caffeine foi ativado globalmente não vale como informação importante. Não pra mim. Isso eu poderia ler minutos depois em um post num blog oficial do google. E, além disso, que é um argumento besta, concordo, tem o fato de que essa informação não acrescenta nada ao conhecimento do profissional de SEO. Ele não vai sair do evento com uma idéia diferente na cabeça, com uma ação planejada ou algo do tipo por causa de um anúncio desses, por mais importante que seja.
Quando trazem informações importantes e, digamos, actionable, deixam um gosto amargo na boca, como quando o Matt Cutts anunciou que tudo que o google disse por anos sobre nofollow e PR Sculpting era mentira e que todo tempo e dinheiro gastos na implementação dessa técnica foi simplesmente jogado no lixo.
Outras vezes simplesmente usam aquele jeito evasivo (ou jeito google, como preferirem) de responder perguntas sem responder.
Isso pra mim não é positivo. Se eu pago para ir em um evento de alto nível, quero informações que ou sejam diretamente aplicáveis no meu dia-a-dia, ou que me façam enxergar um determinado tópico por um ângulo diferente, ou que me tragam insights para desenvolvimento de novas estratégias e táticas. O resto é desperdício do meu tempo e dinheiro.
Quem traz informações realmente úteis para eventos de SEO são aqueles caras que fazem SEO no dia-a-dia, que testam, que estudam, que botam a mão na massa. Por isso que o Pubcon é hoje o melhor evento de SEO do mundo (fora o fato de ser em Las Vegas, but I digress).
Falando nisso…
A presença de googlers inibe os palestrantes que planejam falar de assuntos mais avançados
SEO avançado quer dizer black hat? Não necessariamente. Mas já que toquei no assunto…
Black Hat não pode ser tabu. É algo que faz parte do conhecimento de SEO. É algo que precisa ser apresentado e discutido. Por dois motivos principais:
- Os black hatters são os profissionais de SEO que mais conhecem sobre o assunto. Ser um black hatter demanda muita experiência, muita atenção a detalhes, muito estudo de comportamentos dos buscadores, muito teste. Ouvir esses caras compartilhando suas experiências é de suma importância, mesmo para o mais white dos white hatters.
- Por mais que você não pretenda aplicar exatamente as técnicas apresentadas pelos black hatters, frequentemente vai conseguir aplicar parte do conhecimento usado em seu desenvolvimento para criar outras técnicas derivadas, totalmente white hat. Conhecimento de alto nível, quando compartilhado, sempre leva a boas idéias (e a idéias ruins também, mas isso é normal em qualquer cenário)
Dito isso, preciso apresentar outros dois pontos importantes sobre o assunto:
- Entendo que, ao expor profissionais menos experientes a informações sobre back hat, corremos o risco de criar pequenos monstros que vão sair por aí querendo aplicar aquilo que supostamente aprenderam, atrás do tão sonhado — e fantasioso — dinheiro fácil. Mas eu vejo isso como um risco aceitável, porque esses caras ou não vão conseguir evoluir de acordo com o mercado e vão ser naturalmente eliminados pelo google ou então, no caso de se darem bem, muito provavelmente já fariam isso de qualquer jeito e, convenhamos, é trabalho do google lidar com isso, não nosso
- Alguns tópicos devem ser realmente evitados, principalmente aqueles que exponham detalhes de operação e não conceitos em si. Cabe aos organizadores dos eventos filtrar os assuntos e lidar da melhor forma com a informação que será apresentada.
Fora black hat, outros assuntos podem deixar de ser discutidos simplesmente pelo medo dos palestrantes de alguém do google achar “pêlo em ovo” e causar problemas para seus próprios sites (dos palestrantes) ou de clientes.
Em um mercado mais evoluído, pode ser que esses problemas deixem de existir. Mas aqui no Brasil, no cenário atual, dados os pontos acima, acredito que a presença dos nossos amigos googlers tem o potencial de diminuir consideravelmente a qualidade dos eventos de SEO.
Espero que isso não aconteça com o Search Labs, que tem tudo pra ser o melhor evento de busca já realizado aqui no Brasil.
E, pra finalizar, quero dizer, não pra ser político mas por ser verdade mesmo, que não estou sugerindo que o trabalho realizado pelo time search quality do google é ruim de qualquer forma. Acho o trabalho deles essencial e acredito ser fundamental para a qualidade dos resultados de busca do google. Só não acho que eles devam ir nos eventos, mas isso é uma outra história.
E você, o que acha? Sei que não concorda comigo, geralmente ninguém concorda, estou acostumado. Seja qual for sua opinião, deixe aqui nos comentários. Acho que essa discussão é válida e pode ainda nos levar a discutir pontos muito mais importantes sobre esse nosso pequeno grande mercado.
Ontem o twitter resolveu colocar nofollow nos links para aplicações e scripts que utilizam sua API para postar conteúdo na plataforma.
Essa decisão foi completamente errada na minha opinião, mas não vá embora ainda, vamos conversar um pouco sobre o assunto.
Se você viveu debaixo de uma pedra pelos últimos anos, aqui vai um pouquinho de história, só pra te deixar atualizado sobre o assunto dos links com e sem nofollow no twitter:
- No início, todos os links postados em updates tinham nofollow. Mas os links contidos em “web” e “bio” nos perfis e os links para aplicações não tinham
- O twitter resolveu colocar nofollow nos links em “web”
- O David Naylor percebeu que os links da bio ainda estavam sem nofollow e fez um post sobre
- Matt Cutts se meteu na história, falou com o @ev, um dos criadores do twitter, e uns dias depois os links da “bio” estavam com nofollow
- Isso gerou polêmica aqui e ali
- Os links para as aplicações continuaram sem nofollow. Um blog francês sobre black hat fez um post sobre os links para apps e não muito tempo depois, o twitter colocou nofollow nesses links também
- Agora só sobraram dois tipos de links sem nofollow: links internos e os links no parecidos com verbetes de dicionários que aparecem logo abaixo da contagem de followers e updates na home logada
Bem, convenhamos, o twitter tem o direito de ser soberano em seu território, mas ao mesmo tempo não deveria ter, já que ele está se tornando a “casa na web” de muita gente e só sobrevive (na verdade só existe) graças ao conteúdo que os usuários postam por lá.
Além disso, o twitter não seria o que é hoje se não existisse a enorme quantidade de aplicações desenvolvidas em cima de sua API, o que torna o uso do twitter muito mais simples e personalizado.
Que mensagens o twitter passa ao colocar nofollow nos links para as aplicações?
Para mim são três mensagens:
- Não posso dizer para você se confio ou não nessa aplicação, portanto prefiro dizer que não confio e não vou dar meu precioso “link juice” para ela
- Não tenho competência para detectar spam nesse tipo de link, então é melhor não arriscar. Vai que o google encrenca comigo por causa dos links sem nofollow
- O google é mais importante para mim do que os desenvolvedores de aplicações que criaram um ecossistema fortíssimo a minha volta e sustentam minha existência junto com os usuários que, convenhamos, não podem competir em importância com o google. A não ser que o usuário seja o Matt Cutts
O medo do abuso e do SPAM justifica a paranóia (e a sacanagem)?
Claro que o twitter não está colocando nofollow nos links de maldade (espero). A justificativa é que se você deixa solto, nego abusa, ou seja, qualque lugar que tenha links sem nofollow tem também uma grande quantidade de spammers loucos por um pouquinho mais de link juice para seus sites.
Mas isso sempre vai acontecer. Você tem medo que sua casa seja invadida, tranca a porta. Normal, nenhum problema. Mas se um amigo seu quiser entrar, você abre a porta, claro.
O twitter não está fazendo isso. Simplesmente trancou a porta, jogou a chave fora e cortou o cabo do interfone. Por mais que você tenha uma conduta decente dentro do twitter, por mais que seja “amigo” dele, a porta vai estar sempre trancada, ele nunca vai deixar você entrar.
Baiscamente o que o twitter fez foi sacanear seus usuários. Sacanear aqueles que produzem conteúdo e ferramentas que sustentam a plataforma. Mais ou menos o que a wikipedia faz.
Na wikipedia, para um texto ser considerado de alta qualidade, deve citar fontes. Essas fontes, portanto, validam o conteúdo da wikipedia. Essas fontes fazem com que o conteúdo da wikipedia tenha maior credibilidade. Essa credibilidade fez com que as pessoas passassem a linkar mais e mais para a wikipedia, que passou a dominar cada vez mais as páginas de resultado de busca para quaisquer palavras-chave. Em suma, ela usa seu conteúdo mas não te dá nada em troca. Pelo menos não no que tange a resultados de busca.
Tá, mas e aí?
E aí que hoje já desenvolvemos uma dependência tão grande do twitter que não é possível simplesmente propor um boicote a ele. Vamos continuar usando, vamos continuar gostando dele por mais que ele nos sacaneie, seja com as famosas baleiadas, seja com a sacanagem dos links com nofollow.
E aí que eu gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre o assunto. Vocês acham legítimo o twitter colocar nofollow em todos os links externos? Alguém aí tem alguma solução interessante para propôr? Alguém acha que mesmo escrevendo tão bem quanto uma criança de 1o anos, eu deveria mesmo voltar a postar nesse blog?
Aguardo os comentários.
Nos dias 7 e 8 de agosto aconteceu a primeira edição do SMX (Search Marketing Expo) no Brasil, o SMX São Paulo. O SMX já aconteceu em diversos países e é um dos maiores (talvez o maior) eventos sobre o tema.
Eu tive o prazer de participar da edição Advanced do evento em Seattle em julho desse ano e é inevitável fazer comparações com a edição aqui de São Paulo.
Confesso que não tinha grandes expectativas e, na verdade, só fui lá porque o “patrão” pagou. Quem pagou 800 pratas (ou, pior, 1300 no caso dos atrasildos) para participar deve estar arrancando os cabelos, pois fizeram apenas um investimento altíssimo em networking.
Enfim, abaixo vão as minhas considerações sobre o SMX São Paulo (ou São Paolo, como dizia um dos slides da apresentação padrão que ficava rolando entre uma sessão e outra).
Long story short, o evento foi uma grande falha. Ok, vocês já estão pensando, lá vem o Bruno, reclama de tudo, era melhor continuar sem postar e bla bla bla, mas é verdade. Falha atrás de falha marcaram essa edição do SMX. Vamos a algumas das mais notáveis:
Brindes do evento: falta e baixa qualidade
Eu cheguei tarde no primeiro dia, por conta de um curso que tive no trabalho. Cheguei no hotel Unique por volta das 12:30 e a menina do balcão de credenciamento não tinha nem sacola, nem caderno, caneta, em suma, nada pra me entregar. Entregou apenas um crachá (sem meu nome) e pronto.
Disseram que a organização esperava algo em torno da metade do público que compareceu ao evento, mas, ora bolas, todos (com poucas exceções) se inscreveram e pagaram para participar do evento e, portanto, tinham o direito de receber o mesmo material ou pelo menos um material diferente mas equivalente em qualidade e utilidade. Subdimensionou? Problema seu, se vira, vai na 25 de março, sei lá, dá teu jeito, malandro.
Em Seattle ganhamos uma mochila (que eu estou usando direto e neguinho lá no SMX SP ficou me perguntando como eu tinha conseguido) que sozinha já vale mais que a sacolinha fuleira com logo da .FOX, caderno e caneta do UOL, revista sei lá qual e uma pequena pilha de folders promocionais de sei lá quem que entregaram por aqui.
Falta de comida
Como já disse, no primeiro dia cheguei lá por volta da hora do almoço. Fui direto para o espaço onde este estava sendo servido e qual não foi minha surpresa ao descobrir que… não tinha almoço. O que serviram foi um monte de pãezinhos, biscoitinhos, sanduichinhos, docinhos e um monte de outros *inhos que não encheram a barriga de ninguém.
Os coffee breaks do primeiro dia foram, pelo menos, decentes.
Já no segundo dia obviamente não encarei o “almoço”, preferi ir almoçar num restaurante bem bonzinho ali perto, na boa companhia de Manoel Netto, Fábio Seixas, Bruno Alves (não aquele), meus camaradas do UOL que não têm URL (ed. A Luisa tem URL), Leonardo Galvão (do ML) e talvez mais alguém de quem não me lembro agora (desculpe).
Depois de servido o “almoço”, acreditem, nada mais serviram. Berenice, segura, nós vamos cair… de fome. Saco vazio não pára em pé, disso todo mundo sabe, menos o pessoal da organização do SMX SP.
E eu não estou brincando. O segundo coffee break teve apenas café e suquinho e o “cocktail” de encerramento só teve cerveja (bohemia, pelo menos), sucos e refrigerantes. Nada sólido, nada pra pelo menos encarar mais de 8 horas de jejum.
Pagar 800 pratas com rango incluso e não ter rango é um absurdo tão grande que dá pra imaginar que tenha sido uma piada de mal gosto ou algo assim.
Mais uma vez comparando, no SMX Advanced tivemos almoço nos dois dias (almoço de verdade, com arroz, macarrão, carne, salada, etc.), cerveja (de vários tipos, à sua escolha) também nos dois dias e com fartura, café e “quitutes” o dia inteiro, etc. e tal. E o evento de lá custou 1300 doláres, que pode ser tido como equivalente ao preço daqui, levando em conta a diferença em termos de bala na agulha dos profissionais nos dois países.
Conte comigo: uma, duas, três marcas de cerveja diferentes. Essa foi uma festinha antes do evento, durante ainda tinha mais uma marca que eu não conhecia, além de Heineken.
Falta de palestras avançadas
Havia duas salas com palestras simultâneas. Uma era chamada “Business & Intermediário” e a outra “SEO & Analytics”. Passei a maior parte do tempo nesta última, que era chamada por 99% dos presentes de “avançada”.
Assisti a algumas palestras na primeira sala e posso dizer que teve bastante business, porque era jabá pra todo lado e nada é mais “business” do que jabá. Mas não teve nada de intermediário. Teve sim muita coisa básica, o chamado básico do básico, o bê-a-bá.
No track “SEO & Analytics” o que vimos foi algo um pouco menos básico do que o básico do básico, mas, ainda assim, muito básico. Teve palestrante falando besteira (cadê o Bruno Alves — agora sim, aquele –, por exemplo, pra fazer uma palestra realmente avançada com conhecimento de causa numa hora dessas, minha gente?), gente perguntando besteira e o palestrante respondendo com mais besteira ainda; teve gente fazendo jabá — aliás, os três primeiros slides de cada apresentação eram, em geral, jabá; teve muita coisa, mas nada, nada mesmo, minimamente avançado.
A melhor palestra a que assisti foi de um gringo falando de coleiras eletrônicas pra cachorro. Não foi avançada, não teve nada de novo, mas o cara mandou bem, mostrou o trabalho que tem feito, mostrou detalhes do trabalho, inclusive, teve bom humor. O resto, sinceramente, foi completamente descartável, salvo raras exceções.
Os keynotes (não assisti a todos) foram, no geral, melhores que as palestras, digamos, normais. Mas bem naquele esquema de discurso corporativo e poucas perguntas realmente respondidas da maneira que se esperava.
Vou fazer um esforço pra fazer um post em seguida dissecando as palestras que assisti, mas não contem com isso, dada a minha recente longa ausência por aqui.
Como eu disse lá em cima, minha expectativa era baixa, mas não tão baixa assim.
O evento teve, com certeza, mais problemas ainda, que eu, ou não percebi, ou não estou com vontade de escrever aqui para tornar esse post ainda mais longo e chato. Fiquem à vontade para falar sobre eles nos comentários. E se você acha que teve algo de bom (além do networking, porque, pelo amor de deus, já deu no saco essa coisa de que “ah, foi bom pelo networking, foi bom pelas pessoas”), sinta-se convidado a deixar seu comentário também.
No próximo ano, se tiver SMX de novo, vou ter mais critério na hora de fazer a empresa gastar uma fatiazinha do budget pra me mandar pra lá. Nessa edição, seria muito mais produtivo e rentável ter ido trabalhar, sinceramente.
Publicamos ontem o BlogBits podcast #9, depois de quase dois anos de inatividade.
Pra quem não se lembra, o BlogBits era um podcast sobre tecnologia feito por Diego Eis, Rigonatti, Danilo Medeiros, Gui Leite, Leo Faoro e, ocasionalmente, o Élcio. Além de mim, claro. Por motivos diversos acabamos abandonando o projeto, mas agora estamos bem afim de voltar à ativa (mas, claro, você não precisa acreditar).
Pegamos o gancho de uma discussão que rolou no twitter sobre uma ação da LG que convidou uns 20 blogueiros para fazer um “safari urbano”, que consistiu de um passeio de helicóptero; um jogo do São Paulo no morumbi, na sala VIP; comida, chopp e outras bebidas pagas pela LG; e, pra finalizar, um celular último modelo da LG, iPhone-like, cheio de frescuras, de graça pra cada um dos participantes.
A discussão foi sobre como a opinião dos blogueiros e, mais importante, dos leitores desses blogueiros, poderia ser influenciada pelos “mimos” dados pela empresa. Claro que esse não era o tema perfeito para a volta do BlogBits, mas como nos juntamos e estávamos na onda de fazer, fizemos e, acho eu, valeu muito a pena.
Nessa edição participaram, além dos sócio-fundadores Diego, Rigonatti e este que vos fala, o Marco Gomes, magnata do marketing contextual no mundo e, quissá, no universo, e o Garradini, que eu não conhecia, mas que tem uma empresa de informática e que parece ser muito gente fina, pois prometeu pagar uma rodada de cerveja belga pros participantes do podcast
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A discussão foi boa, a bagunça foi a mesma de sempre — e, claro, não poderia faltar, pois BlogBits sem bagunça é igual namorar sem beijar. Portanto, se você é um dos milhares de fãs saudosos do BlogBits, vá lá conferir essa nova edição que você vai gostar. E se você não conhecia o BlogBits, está na hora de conhecer, pra não ficar aí, excluído.
O programa foi gravado usando o TeamSpeak que provou não ser a melhor ferramenta pro trabalho. Nós sempre o usamos pois, na época de ouro do BlogBits, o Skype não gravava as conversas. Como hoje a coisa mudou, prometemos que a próxima edição será gravada no Skype e terá uma qualidade de áudio menos ruim.